"A Ovelha Choné" no Curtas Vila do Conde

23 Junho 2015
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O Curtinhas, a secção para os mais novos do Curtas Vila do Conde, arranca a 4 de julho, às 15:00, com a exibição do filme de animação mais aguardado do ano: “A Ovelha Choné”, da Aardman Animations.

Depois do sucesso da série, as aventuras da Ovelha Choné, uma ovelha esperta e matreira que vive com o seu rebanho na quinta Vale Verdejante, passam agora para o grande ecrã. Neste filme, Choné cansa-se da rotina da vida na quinta e tira um dia de folga que acaba por não correr como previsto: o plano descontrola-se rapidamente e faz com que o indefeso Agricultor acabe longe da quinta. Com a ajuda do rebanho, a Ovelha Choné terá de deixar a quinta pela primeira vez e viajar até à Grande Cidade para salvar o Agricultor, sem ser apanhada pelo malvado funcionário do controlo animal.


A longa-metragem, de Mark Burton e Richard Starzak, realizada em stop motion, será apresentada no Curtas Vila do Conde em pré-estreia nacional. O filme estreia nas salas de cinema em setembro deste ano.


Este será o regresso da Ovelha mais acarinhada dos miúdos a Vila do Conde, depois de ter sido um dos destaques da exposição “Mundo Aardman”, em 2011, na Solar – Galeria de Arte Cinemática.  


Curtinhas, que tem sido um sucesso nos últimos anos, é um mini-festival dentro do Curtas Vila do Conde. Para além do habitual filme de abertura, esta secção conta com uma competição de curtas-metragens, dividia em três escalões etários, com um júri próprio constituído também por crianças. Na cerimónia da entrega de prémios, que este ano terá lugar no último dia do Festival, serão estes jurados de palmo e meio a entregar o troféu ao vencedor da competição.  


O Curtinhas promove também o espaço infantil “Brincar ao Cinema” onde decorre um conjunto de atividades lúdicas, ligadas à imagem em movimento, com monitores, permitindo que os pais deixem as crianças em segurança enquanto assistem às sessões de cinema. No dia 11 de julho, este espaço recebe a Oficina “Ciência – Ciência – Ação”, das 10:30 às 12:30 e das 15:00 às 17:00, na qual os participantes irão realizar um pequeno filme. As inscrições, limitadas a 20 crianças, têm o custo de 5 euros.


Pelo quarto ano consecutivo, o Mar Shopping associa-se ao Curtinhas como patrocinador exclusivo desta secção. No âmbito desta parceria, o centro comercial recebe, a 27 de junho, um atelier gratuito de Chroma Key, a técnica utilizada em filmes e em televisão para eliminar o fundo de uma imagem.


O Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema, que decorre entre 4 e 12 de julho, conta com o apoio da Câmara Municipal de Vila do Conde, do Secretário de Estado da Cultura, do Instituto do Cinema e Audiovisual, do programa MEDIA/Europa Criativa e de vários parceiros imprescindíveis à realização do Festival.

Festa de Apresentação 23º Curtas Vila do Conde

22 Junho 2015
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O Curtas Vila do Conde regressa entre 4 e 12 de julho para uma edição surpreendente. Até lá, convidamos todos os amigos do festival a juntarem-se na próxima sexta-feira, 26 de junho, entre as 22:00 e as 6:00, à festa de apresentação do Festival no Maus Hábitos com Sensible Soccers, 3 is a Magic Number, Favela Discos Sound System, Tundra Fault, Miguel Dias + Vicente Abreu (7 Magníficos), Joaquim Mota (Rádio Nova), Meira e uma performance de Live-Coding (CAMPUS). A entrada custa 3 euros.


SENSIBLE SOCCERS


Os Sensible Soccers apresentam-se como uma banda eclética nos seus registos discográficos e ao vivo, e buscam essa pluralidade também quando se apresentam em formato DJ set. Trazem habitualmente para as suas noites música que reflecte essa diversidade de gostos, aliada à vontade de dançar e fazer a festa, seja com disco-funk nigeriano ou com techno minimal berlinense. Pelo meio arriscam descomprometidamente incursões por outros géneros que podem ir do hip-hop à pop mainstream. Apresentam-se nas Curtas para uma noite de festa desbragada, com muita dança, suor, e camisas desapertadas.


3 IS A MAGIC NUMBER

Santíssima trindade, a conta que Deus fez. Contudo, estes três tigres não são tristes - André Carvalho (Circus), Sérgio Gomes (BREAKS lda.) e Tiago Lessa (Nitronious, Monster Jinx) - três DJs, três gerações, o mesmo amor pela música, agora partilhado todas as quintas no Café au Lait. Da última promo ao clássico que já ninguém se recorda e que instantaneamente nos faz viajar até aos "good old days”, a intenção é antecipar a alegria do fim de semana. 3 is a Magic Number, indeed.


FAVELA RISCOS SOUND SYSTEM (FAVELA DISCOS)


Favela Riscos Sound System é o departamento da Favela Discos dedicado à música electrónica improvisada em "pistodance". Nascido em 2013, este projecto colectivo e anónimo tem partilhado a estrada com vários artistas da Favela Discos, da Cafetra e da Gentle Records, e feito dançar suor e alegria além mar. Cada set é uma performance e em cada há uma dose de esquizofrenia troiana em que o público se inclui e se torna parte do delírio de quem comanda os pratos. Regressa aos Maus Hábitos com um espetáculo único e exclusivo para a Festa de Apresentação do 23º Curtas de Vila do Conde.


TUNDRA FAULT (LIVE AV)

Tundra Fault é um projecto de música electrónica techno experimental de Miguel De, 22 anos, a trabalhar em Braga. Com influências em vários artistas da música electrónica a criação de “Whole”, o seu mais recente trabalho, nasceu de uma vontade de falar sobre a sexualidade e a forma como os corpos se relacionam pelo toque. “Whole” acaba assim por se tornar numa exploração das relações interpessoais em que a pessoa não existe, mas apenas o corpo, um corpo sem cabeça, sem identidade; e finalmente, da procura por essa mesma identidade. Assim, também a capa (da autoria do próprio) reflecte essa linha condutora do álbum. Com uma sonoridade agressiva e negra, procurou-se atingir a ténue linha que separa o agradável do nefasto neste tipo de relações.


"CINEMA EXPANDIDO, DO LIVE-CODING AO LIVE-CINEMA" PERFORMANCE

Uma performance preparada durante um workshop Campus orientado por Julio D’Escriván, professor de música para a imagem em movimento na Universidade de Huddersfield (Inglaterra) e compositor, performer e vídeo-artista. Durante os cinco dias de workshop na FBAUP, D’Escriván trabalhou com grupos de alunos na produção de imagens em movimento e sons que serão apresentados nesta performance recorrendo a diferentes técnicas de codificação ao vivo.


MIGUEL DIAS + VICENTE ABREU

Miguel Dias e Vicente Pinto Abreu, dois dos 7 Magníficos, trazem a sua colecção de funk, soul e disco. Uma história da música negra em formato vinil.


JOAQUIM MOTA (RÁDIO NOVA)


Joaquim Mota, “Kikas” para os amigos, é um radialista com um trabalho singular na Rádio Nova. Autor de vários programas de autor as suas escolhas vagueiam pelos pólos da Música Brasileira, Jazz, Swing assim como as novas correntes do hip hop e da música electrónica.


MEIRA

Meira não tem jeito para apresentações e isso nota-se… Residente no saudoso 555 e mais recentemente no Juno, Braga. Nas cabines do Porto faz raras aparições, apesar de já ter tocado em locais como o Passos Manuel, Plano B, Café au Lait, Picadilly, Maus Hábitos… e uns outros quantos eventos obscuros! Dele, podem esperar um set bastante eclético…

Curtas Vila do Conde 2015: Programa anunciado!

18 Junho 2015
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O programa da 23.ª edição do Curtas Vila do Conde já foi anunciado! Entre os destaques da programação estão a antestreia nacional de “As Mil e Uma Noites”, com a presença de Miguel Gomes em Vila do Conde; o filme-concerto dos norte-americanos Lambchop; a retrospetiva dedicada ao francês Quentin Dupieux; e a antestreia mundial de cinco produções do Festival. Mas muito mais haverá para ver nas noites longas de Vila do Conde!

Consulte os horários das sessões aqui: http://www.curtas.pt/newsletter/Curtas_2015_Jornal_NET.pdf 

Abertura da Exposição RUINS / RITES / RUNES de Ben Rivers e Ben Russell

16 Junho 2015
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A Solar – Galeria de Arte Cinemática apresenta a exposição “Ruins / Rites / Runes”, de Ben Rivers e Ben Russell, que contará com um programa paralelo e a presença dos cineastas no 23º Curtas Vila do Conde. A exposição inaugura no próximo sábado, 20 de junho, às 18:30, com uma performance de Jonathan Saldanha às 19:00. 

A Solar – Galeria de Arte Cinemática, em Vila do Conde, volta a colocar o cinema em contexto de galeria através da exposição “Ruins / Rites / Runes”, dos cineastas Ben Rivers e Ben Russell. Esta exposição explora a relação criativa entre os dois artistas, que têm alcançado um lugar de destaque no cinema experimental. 

 Em “Ruins / Rites / Runes”, Ben Rivers e Ben Russell apresentam dois projetos individuais, “Ah, Liberty” (Ben Rivers) e “River Rites” (Ben Russell), e dois trabalhos colaborativos, que documentam as preocupações que ambos têm revelado nos seus filmes: “A Spell to Ward Off The Darkness” e “Call no Man Happy Until He is Dead”. 
 
Após a abertura da exposição, a 20 de junho, às 18:30, será apresentada, no pátio da Solar – Galeria de Arte Cinemática, às 19:00, uma performance do artista Jonathan Saldanha em parceria com o Circular – Festival de Artes Performativas. 

Jonathan Uliel Saldanha é construtor sonoro e cénico, que aborda no seu trabalho a pré-linguagem, os ritmos circulares, o animismo e as relações do som com os seus espectros. Tem vindo a desenvolver um trabalho sonoro que parte de reminiscências da música cerimonial, da dimensão bruta do som e da voz organizados por sistemas auto-generativos e da vibração das cavidades do corpo e seu gesto intuitivo.

Esta performance está integrada no ciclo de concertos do 10º aniversário da galeria, apoiado pela FNAC. 

“Ruins / Rites / Runes” será complementada com duas sessões no 23º Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema, onde os artistas mostrarão o seu trabalho e discutirão as suas mútuas influências. Russell e Rivers têm realizado diversas curtas e longas, tanto individualmente como em conjunto. O seu foco de investigação, dentro do cinema experimental, atravessa a linha divisória entre documentário e ficção.

Apresentação da Programação do Curtas Vila do Conde

11 Junho 2015
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A programação integral do 23.º Curtas Vila do Conde será apresentada a 18 de junho, às 11:30, no Teatro Municipal de Vila do Conde com a presença dos diretores do Festival e de alguns realizadores em competição. A entrada é aberta, não só a jornalistas, mas também ao público em geral. 

Quentin Dupieux em retrospetiva com três filmes em estreia nacional

11 Junho 2015
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Para além das várias competições e de programas especiais, o Curtas Vila do Conde apresentará, à semelhança das edições anteriores, um realizador In Focus. Este ano, a retrospetiva é dedicada ao francês Quentin Dupieux, com a exibição de três filmes em estreia nacional: "Reality", "Wrong" e Wrong Cops". Nesta secção será ainda apresentado "Rubber", que estrou no Festival de Cannes em 2010.


Quentin Dupieux, também conhecido no meio musical por Mr. Oizo, é autor de uma assinalável filmografia nos últimos quinze anos, com um estilo muito particular, articulando a tradição do cinema de autor europeu com o cinema de géneros americano.

 

Recorrendo ao humor negro, Dupieux concentra-se em protagonistas inadaptados que procuram encaixar-se num mundo que não os aceita. A solidão terrível destas personagens, transforma o humor sofisticado do cineasta em tragédias absurdas.


Em “Rubber” (2010), um pneu solitário parece iniciar uma vingança contra a raça humana, deixando uma comunidade à beira de um ataque de nervos. “Wrong” (2012), apresenta Dolph Springer, homem da smalltown americana, que fica sem o seu cão através de um estranho rapto, que altera a sua vida. “Wrong Cops” (2013) retrata a história absurda do quotidiano de um grupo de policias com pouca ética. Em “Reality” (2014), seguimos um operador de câmara de televisão que quer ser cineasta, mas enreda-se numa vertigem de sonhos infindável.


O cinema de Quentin Dupieux é, assim, caracterizado por um absurdo que emerge de histórias aparentemente banais e quotidianas. O humor do cineasta, às vezes sofisticado, outras simplesmente absurdo, desenvolve uma certa iconoclastia pós-moderna, baralhando as expectativas dos espectadores. A grande virtude dos filmes de Dupieux é provocar o desespero ou o riso, mostrando como o mundo contemporâneo é, na maior parte das vezes, naturalmente incompreensível. Entrar neste labirinto narrativo é, por isso, um passo ousado, mas plenamente encantador como experiência de cinema.

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