Destaques do dia : Terça 11 de julho

11 Julho 2017
Share on Facebook Share on Twitter

Arranca hoje a Competição Nacional, um dos momentos mais aguardados do festival. Esta primeira sessão, às 21h15, irá exibir três dos filmes a concurso: "Água Mole", de Laura Gonçalves e Xá (Alexandra Ramires), "Verão Saturno", de Mónica Lima e " Altas Cidades de Ossadas", de João Salaviza. Ainda nas competições, destaque para as quatro sessões da Competição Internacional, às 17h, às 20h, às 22h30 e às 23h30, onde continuaremos a mostrar o que de melhor se faz no cinema contemporâneo.
 
Na secção In Focus - que, até sábado, vai apresentar todos os filmes do cineasta francês F. J. Ossang - é exibido "L'Affaire des Divisions Morturi", a primeira longa-metragem do realizador, uma história sobre gladiadores. Um deles, Ettore, tornou-se uma estrela do submundo. Ele acaba desfeito, preso a um papel que não pode mais cumprir. A sua última traição é denunciar segredos à imprensa. 

A Carta Branca dos 25 anos do festival continua, às 21h45, com as escolhas de Marcos Curz e Rodrigo Affreixo: "31", de Miguel Gomes, e "Surviving Desire", de Hal Hartley.
 
Às 16h, decorre a segunda Conversa Take One!, intitulada "Manual de Instruções para ganhar um Urso”, com a presença de dois cineastas vencedores do Urso de Ouro em Berlim: Leonor Teles ("A Balada de um Batráquio") e Diogo Costa Amarante (“Cidade Pequena"). Às 18h30 temos ainda a segunda sessão da competição Take One!, dedicada a filmes de escola.  
 
Esta terça-feira serão também ainda exibidos, no Teatro Municipal, filmes provenientes dos Países Nórdicos e da Roménia, nas sessões do Panorama Europeu, às 15h e às 18h. 
 
No Auditório Municipal, continuam as sessões de cinema gratuitas para toda a família com uma seleção de divertidos filmes. É também neste espaço que será apresentada a Competição de Vídeos Musicais com uma seleção dos melhores vídeos musicais portugueses, inovadores na arte de combinar música e cinema.
 
O dia termina no Cacau Café-Bar com a Music Videos Party Night e André Tentugal, com entrada livre.
 
Os bilhetes encontram-se à venda na bilheteira do Teatro Municipal, no Auditório Municipal e na rede da Bilheteira Online. 

Sessão Extra "Vaza" e "Um Conto de Duas Cidades"

10 Julho 2017
Share on Facebook Share on Twitter

Devido ao elevado interesse e afluência à Sessão Especial do passado domingo, com os filmes "Vaza" e "Um Conto de Duas Cidades", o Curtas Vila do Conde decidiu abrir uma sessão extra no próximo sábado, às 14h30 no Auditório Municipal, para que veja, ou reveja, estes dois filmes passados em Vila do Conde e na Póvoa de Varzim.

Todos os anos, o Curtas abre espaço de visibilidade a filmes que retratam realidades locais, e este ano não foi exceção. A Sessão Especial do passado domingo, dia 14 de julho, contou com casa cheia e lugares esgotados. Por esse motivo, o Curtas Vila do Conde vai exibir mais uma vez os filmes que passaram na Sessão Especial, dando oportunidade àqueles que não viram, e àqueles que queiram rever, de assistirem mais uma vez aos dois filmes passados em Vila do Conde e Póvoa de Varzim.  
 
 
"Vaza", de José Manuel Sá e Paulo Pinto, conta a história de Vânia, uma adolescente, caxineira como toda a sua família, desde sempre ligada ao mar. "Um Conto de Duas Cidades", de Morag Brennan e Steve Harrison, é um filme sobre a Póvoa de Varzim nas décadas de 1950 e 1960, tendo como protagonistas as pessoas da Póvoa de Varzim. O filme começa com a célebre fotografia de Maria do Alívio aos 16 anos, a andar descalça pela Rua das Lavadeiras, debaixo do icónico cartaz publicitário com a diva Sophia Loren, e conta a história de duas Póvoas de Varzim muito diferentes: a comunidade piscatória e a realidade brutal de um modo de vida tradicional, e a cidade turística e os indivíduos que a começaram a projetar nacionalmente como um concorrido destino de férias.  
 
 
O filme oferece essa viagem histórica a um mundo que agora está praticamente esquecido, mas também a uma sociedade portuguesa marcada pelo Salazarismo de má recordação. Para o ditador, a Póvoa de Varzim representava um singular repositório de memórias ligadas à heroica gesta marítima, mas também seria o cenário dramático para o confronto entre a ditadura do Estado Novo e o homem que jurou derrubá-lo, o General Humberto Delgado. Este “Conto de Duas Cidades” é contado através de entrevistas de testemunhas oculares, às vezes hilariantes e outras vezes dolorosas, mas sempre inspiradoras e reveladoras.  
 
 
A sessão extra irá decorrer no Auditório Municipal e os bilhetes poderão ser adquiridos na bilheteira do Teatro Municipal, no Auditório Municipal e, ainda, na rede da Bilheteira Online.

Todos os anos, o Curtas abre espaço de visibilidade a filmes que retratam realidades locais, e este ano não foi exceção. A Sessão Especial do passado domingodia 14 de julhocontou com casa cheia e lugares esgotados. Por esse motivo, o Curtas Vila do Conde vai exibir mais uma vez os filmes que passaram na Sessão Especial, dando oportunidade àqueles que não viram, e àqueles que queiram rever, de assistirem mais uma vez aos dois filmes passados em Vila do Conde e Póvoa de Varzim.  

 
 

"Vaza", de José Manuel Sá e Paulo Pinto, conta a história de Vânia, uma adolescentecaxineira como toda a sua famíliadesde sempre ligada ao mar. "Um Conto de Duas Cidades", de Morag Brennan e Steve Harrison, é ufilme sobre a Póvoa de Varzim nas décadas de 1950 e 1960, tendo como protagonistas as pessoas da Póvoa de Varzim. O filme começa com a célebre fotografia de Maria do Alívio aos 16 anos, a andar descalça pela Rua das Lavadeirasdebaixo do icónico cartaz publicitário com a diva Sophia Loren, e conta a história de duas Póvoas de Varzim muito diferentes: a comunidade piscatória e a realidade brutal de um modo de vida tradicional, e a cidade turística e os indivíduos que a começaram a projetar nacionalmente como um concorrido destino de férias 

 
 

filme oferece essa viagem histórica a um mundo que agora está praticamente esquecido, mas também a uma sociedade portuguesa marcada pelo Salazarismo de  recordação. Para o ditador, a Póvoa de Varzim representava um singular repositório de memórias ligadas à heroica gesta marítimamas também seria o cenário dramático para o confronto entre a ditadura do Estado Novo e o homem que jurou derrubá-lo, o General Humberto Delgado. Este “Conto de Duas Cidades” é contado através de entrevistas de testemunhas ocularesàs vezes hilariantes e outras vezes dolorosas, mas sempre inspiradoras e reveladoras.  

 
 

sessão extra irá decorrer no Auditório Municipal e os bilhetes poderão ser adquiridos na bilheteira do Teatro Municipal, no Auditório Municipal e, aindana rede da Bilheteira Online.

Entre Mares: Diferença e Dignidade em Kaurismäki

10 Julho 2017
Share on Facebook Share on Twitter

O texto seguinte foi produzido por um dos participantes do 2.º Workshop Crítica de Cinema realizado durante o 25.º Curtas Vila do Conde - Festival Internacional de Cinema. Este Workshop é formado por um conjunto de masterclasses e debates com convidados internacionais e pela produção de textos críticos sobre os filmes exibidos durante o festival, que serão publicados, periodicamente, na página do PÚBLICO e no blogue do Curtas Vila do Conde.

 

Por Gisela Leal

 

Desta vez é o Báltico o mar que abre o filme, visto do porto de Helsínquia, na segunda parte da trilogia que Aki Kaurismäki dedica àqueles espaços com O Outro Lado da Esperança (2017), depois de Le Havre de 2011. Aqui, Kaurismäki retoma a temática ali iniciada (embora possamos considerar que O Homem sem passado, 2002, tocasse já nalguns dos pontos centrais): o percurso errante e esperançoso dos migrantes pela Europa. De novo, o confronto entre aquela condição e a de um homem de idade avançada, ele próprio em momento de restruturação de vida. Um à procura de um espaço, em fuga da guerra, depois de ter perdido quase toda a família; o outro a quebrar todos os laços, profissionais e pessoais, incluindo com a companheira alcoólica, também ela a procurar renovação e limpeza, potenciada pela ausência do companheiro.

De facto, todos personagens do filme exalam mutação, processos contínuos de transformação, aspeto central no filme e que é também claramente objetificado no restaurante que os reúne e que muda constantemente de “nacionalidade”. Essa mudança é simbólica do cruzamento cultural que subjaz à temática, quase a dizer-nos que somos todos um pouco de tudo e, ao mesmo tempo, a apontar subtilmente uma arma ao coração do capitalismo e da sua capacidade de se readaptar para cumprir o seu objetivo primordial.

 

É, pois, um filme sobre movimento, sobre mudança – geográfica e psicológica, exterior e interior, forçada e voluntária –, onde se abordam as questões centrais da sociedade e da política contemporânea: o fenómeno da migração e as suas consequências, como a xenofobia, os nacionalismos e a violência associada. Como lidam não os Estados, mas os povos, os indivíduos, consigo próprios e com o outro – o estranho, o diferente – e o incluem ou rejeitam.

 

Poderia não parecer uma tarefa fácil à partida, pois os personagens são desconcertantemente monocórdicos, mas o humor é uma ferramenta utilizada pelo realizador com uma mestria invulgar nestas circunstâncias: podemos estar a partilhar a angústia e a nostalgia dos protagonistas para rir da sua desgraça (que pode também ser a nossa) e do maquiavelismo capitalista. Como exemplo, tanto a sequência de transação de dinheiro de mão em mão, como as relações negociais e de patrão-empregado associadas são transformadas em caricaturas do modelo socioeconómico atual. Mais uma vez, e a cada momento, a preocupação humanista do realizador revela-se no extremo cuidado com que trata a dignidade dos seus personagens.

 

O mesmo mar encerra o filme, que na realidade não tem fim. O refugiado sírio que vemos chegar no início, negro do carvão em que vem escondido, vai sendo lavado pelo humanismo que encontra no seu caminho. Até voltar a olhar o Báltico aonde chegou, já sem medo. Mas na brancura da sua camisa está também a mancha de sangue, marca de um percurso: marca do outro lado da esperança?

Desventuras de um corpo capaz de sorrir

10 Julho 2017
Share on Facebook Share on Twitter

O texto seguinte foi produzido por um dos participantes do 2.º Workshop Crítica de Cinema realizado durante o 25.º Curtas Vila do Conde - Festival Internacional de Cinema. Este Workshop é formado por um conjunto de masterclasses e debates com convidados internacionais e pela produção de textos críticos sobre os filmes exibidos durante o festival, que serão publicados, periodicamente, na página do PÚBLICO e no blogue do Curtas Vila do Conde.

Por Cláudio Azevedo
 
Este é o segundo filme da “trilogia dos portos” de Aki Kaurismaki, um conjunto de três filmes que o autor dedica à temática da migração. Através da sua narrativa, somos confrontados, por um lado, com a vida daqueles que vivem o drama da morte e destruição em territórios de guerra, e do outro, com as questões do acolhimento nos países que os recebem.  

A história mostra-nos as desventuras de Khaled, um refugiado sírio que chega a Helsínquia escondido dentro de um monte de carvão. Ainda com o rosto coberto de negro, Khaled vagueia pela cidade em busca de asilo, enquanto tem o seu pensamento focado em reencontrar a sua irmã, perdida algures na viagem. Wikström é um vendedor de camisas que desiste do negócio e que, num jogo de póquer, ganha dinheiro suficiente para comprar um restaurante. As vidas destas duas personagens acabam por se cruzar e Wikström acolhe Khaled, dando-lhe um espaço para dormir na sua garagem e um trabalho no seu restaurante.

Neste filme, os espaços da cidade tornam-se encruzilhadas onde vêm desaguar as vidas que, apenas numa dimensão aparente, caminham separadas. O realizador desfaz esta aparência e mostra, através de gestos, os elos invisíveis que conectam os corpos ao espaço. O corpo de Khaled movimenta-se desde o monte de carvão no navio até aos cárceres que o aprisionam: as algemas, os albergues, os caixotes de lixo e as casas-de-banho. É nesta imanência, entre corpos e espaços, que a vida acontece. Este ser humano que navega à deriva, entre obstáculos burocráticos e os ódios do costume, vê-se reduzido a uma condição animal similar à de um cão abandonado, mas é também dentro dessa condição que ele consegue resistir, e com isso mostrar-nos a potência humana de habitar, de ser capaz de reconstruir a sua vida num espaço novo.

O brilhantismo da realização é evidente. Isso é visível na forma como a banda sonora se incorpora no filme: o rock ‘n’ roll dos planos das guitarras e das mãos que as tocam. São as mesmas mãos que levam os dedos aos lábios, onde abundam os cigarros e o fumo que, ao misturar-se com a luz, oferece à imagem uma plasticidade que vivifica a forma do filme; porém, a forma ganha ainda mais relevo quando atentamos para a cuidada composição e coloração dos enquadramentos.

No final, fica a pergunta: qual o outro lado da esperança? Talvez seja esse lado mais duro, daquilo que acontece enquanto se espera, o desespero e melancolia que nascem pela realidade das dificuldades que vão tornando mais árido o caminho. Mas, apesar disso, fica sobretudo a genialidade de um artista que consegue vestir as tragédias com um humor desconcertante. Talvez seja esse o rosto da esperança, o riso e o sorriso tão humanos que o realizador consegue introduzir nas personagens e retirar de dentro de nós.

Destaques do dia: Segunda 10 de julho

10 Julho 2017
Share on Facebook Share on Twitter

O fim de semana acabou, mas o Curtas Vila do Conde regressa esta segunda-feira para mostrar o que de melhor se faz no cinema contemporâneo!  
 
Entre os destaques do dia está o arranque da secção In Focus que, até sábado, vai apresentar todos os filmes do cineasta francês F. J. Ossang. Hoje é exibido "Dharma Guns", o último filme do realizador. Stan acorda de um coma após um grave acidente, descobrindo que os genealogistas estão a procurar por alguém cuja identidade corresponde à dele. Em vez de fazer perguntas sobre esta filiação testamentária, ele submete-se ao legado do Professor Starkov e viaja para o país Las Estrellas.  Continua hoje a Competição Internacional, com mais três sessões às 17h, às 20h e às 22h30, onde continuamos a mostrar o que de melhor se faz no cinema contemporâneo internacional.  

A Carta Branca dos 25 anos do festival continua, às 21h45, com as escolhas de Manuela Azevendo, Rui Poças e Jorge Mourinha: "The Dam Keeper", de Robert Kondo e Diasuke "Dice” Tsutsumi; "L'Etoile de Mer", de Man Ray; e "Un Transport En Comun", de Dyana Gaye.  
 
Para o Panorama Nacional, às 21h15, o Curtas selecionou um conjunto de filmes que ajudam a traçar o panorama nacional na produção de curtas-metragens, obras relevantes que assinalam tendências ou exploram outros horizontes no cinema português e que não poderiam deixar de ser vistas pelo público do festival: “Triptic” de Tiago Afonso, “Semente Extreminadora” de Pedro Neves Marques e “Flores” de Jorge Jácome.  
 
Antes, às 16:0, decorre a primeira Conversa Take One!, intitulada "No Cinema Fazem-se Amigos”, com a presença de Salette Ramalho (Agência da Curta Metragem) Pela del Álamo (Curtocircuito IFF) e da realizadora Rita Barbosa (“À Noite Fazem-se Amigos”). Às 18:30, arranca também a primeira sessão da competição Take One!, dedicada a filmes de escola.  
 
Esta segunda-feira serão também ainda exibidos, no Teatro Municipal, filmes provenientes da Holanda e da Polónia, nas sessões do Panorama Europeu, às 15h e às 18h. 
 
No Auditório Municipal, continuam as sessões de cinema gratuitas para toda a família com uma seleção de divertidos filmes. É também neste espaço que o duo Pega Monstro apresentará, às 23:30, o novo álbum “Casa de Cima”.  
 
O dia termina no Cacau Café-Bar com a festa Take One! Night e um dj set de Jonathan Silva, com entrada livre.  
 
Os bilhetes encontram-se à venda na bilheteira do Teatro Municipal, no Auditório Municipal e na rede da Bilheteira Online. 

Destaques do dia : 9 de julho

9 Julho 2017
Share on Facebook Share on Twitter

Neste segundo dia do Curtas Vila do Conde, são vários os motivos para visitar o festival! 

A estreia mundial da nova longa de Sandro Aguilar, “Mariphasa”, acontece hoje, às 21:15. O filme conta a história de Paulo, que trabalha como segurança noturno num desativado complexo industrial. Dentro das longas-metragens teremos ainda o filme póstumo de Abbas Kiarostami, "24 Frames", uma coleção de 24 curtos filmes de quatro minutos e meio inspirados em imagens estáticas. Para ver às 23h00. 

Antes, às 17h, apresentamos uma sessão dedicada a Vila do Conde e Póvoa de Varzim com dois filmes que tratam as realidades desses locais: "Vaza", de José Manuel Sá e Paulo Pinto, conta a história de Vânia, uma adolescente e caxineira como toda a sua família, desde sempre ligada ao mar. Um Conto de Duas Cidades, de Morag Brennan e Steve Harrison é um filme sobre a Póvoa de Varzim nas décadas de 1950 e 1960, visto a partir da sua comunidade piscatória e como estância turística. Um conto feito a partir entrevistas de testemunhas oculares, às vezes hilariantes e outras vezes dolorosas, mas sempre inspiradoras e reveladoras. 

Arranca hoje também a Competição Internacional do Curtas Vila do Conde, com três sessões, às 18h30, 20h e 23h30,  onde serão exibidos alguns dos filmes selecionados para uma das competição mais aguardadas do festival, que mostra o que de melhor se faz no cinema contemporâneo. 
A extensa Carta Branca dos 25 anos do Curtas continua, às 21h45, com as escolhas de Inês Nadais, Adolfo Luxuria Canibal, Tiago Alves, Inês Meneses e José Miguel Gaspar: "Oh Dear", de Nicolas Provost, "Meshes of the Afternoon", de Maya Deren e Alexender Hammid, "Corrente", Rodrigo Areias, "Vacancy", de Matthias Muller, e Frankenweenie, de Tim Burton. 

Durante o dia de hoje, decorrerão também duas sessões do Curtinhas e ainda dois Showcases, inseridos na secção Take One!, com trabalhos de alunos da FBAUP e da ESMAD. 

Este domingo, o Curtas Vila do Conde regressa ao local onde tudo começou: o Auditório Municipal de Vila do Conde, que recebeu as primeiras 18 edições do festival! 
Nesse espaço, terá lugar, às 18:00, o lançamento do livro comemorativo do aniversário “Curtas Vila do Conde: 25 Anos, 25 Histórias”, composto por textos escritos por 25 personalidades (críticos de cinema, músicos, realizadores, escritores, jornalistas) que passaram por Vila do Conde. Estes textos revelam a pequena história do Curtas, aquela que foi contada apenas aos ouvidos de alguns. São memórias de muitos episódios de quem esteve por dentro do festival. 
Participam no livro: José Miguel Gaspar (jornalista); Marcos Cruz (jornalista), Pedro Marta Santos (escritor e jornalista); João Lopes (crítico de cinema); Valter Hugo Mãe(escritor); Manuela Azevedo (Clã); Eduardo Brito (argumentista, realizador e fotógrafo); Francisco Ferreira (crítico de cinema); Inês Meneses (jornalista); Inês Nadais (jornalista); Jorge Mourinha (jornalista); João Faria (designer); Ricardo Alexandre (jornalista); Rodrigo Affreixo (jornalista); Pedro Paixão (escritor); Sabrina Marques (crítica de cinema); Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta); Cláudia Marques Santos (jornalista); Miguel Gomes (realizador); Paulo Furtado (The Legendary Tigerman); Rui Poças (diretor de fotografia); Tiago Alves (jornalista); Daniel Ribas(crítico e programador de cinema); António Rodrigues (programador de cinema) e José Vieira Mendes (jornalista). 


Em simultâneo, é inaugurada a exposição fotográfica “A Glória de Fazer Cinema em Portugal”, uma homenagem a um conjunto de pessoas que, da representação à técnica, da realização à crítica, ajudaram e ajudam a fazer o cinema em Portugal e que, nos últimos anos, passaram pelo festival. 

Ainda no Auditório Municipal, haverá, às 23:30, um concerto dos Evols com o mais recente álbum “Evols III”. 

A festa de hoje vai decorrer no Cacau Café-Bar, com TAM (Wasser Bassin Records). 

Os bilhetes estão à venda na Bilheteira do Teatro Municipal de Vila do Conde, no Auditório Municipal e na rede da Bilheteira Online. 

←prev 1  I  2  I  3  I  4  I  5  I  6  I  7  I  8  I  9  I  10  I  11  I  12  I  13  I  14  I  15  I  16  I  17  I  18  I  19  I  20  I  21  I  22  I  23  I  24  I  25  I  26  I  27  I  28  I  29  I  30  I  31  I  32  I  33  I  34  I  35  I  36  I  37  I  38  I  39  I  40  I  41  I  42  I  43  I  44  I  45  I  46  I  47  I  48  I  49  I  50  I  51  I  52  I  53  I  54  I  55  I  56  I  57  I  58  I  59  I  60  I  61  I  62 next→
ETIQUETAS