Desventuras de um corpo capaz de sorrir

10 Julho 2017
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O texto seguinte foi produzido por um dos participantes do 2.º Workshop Crítica de Cinema realizado durante o 25.º Curtas Vila do Conde - Festival Internacional de Cinema. Este Workshop é formado por um conjunto de masterclasses e debates com convidados internacionais e pela produção de textos críticos sobre os filmes exibidos durante o festival, que serão publicados, periodicamente, na página do PÚBLICO e no blogue do Curtas Vila do Conde.

Por Cláudio Azevedo
 
Este é o segundo filme da “trilogia dos portos” de Aki Kaurismaki, um conjunto de três filmes que o autor dedica à temática da migração. Através da sua narrativa, somos confrontados, por um lado, com a vida daqueles que vivem o drama da morte e destruição em territórios de guerra, e do outro, com as questões do acolhimento nos países que os recebem.  

A história mostra-nos as desventuras de Khaled, um refugiado sírio que chega a Helsínquia escondido dentro de um monte de carvão. Ainda com o rosto coberto de negro, Khaled vagueia pela cidade em busca de asilo, enquanto tem o seu pensamento focado em reencontrar a sua irmã, perdida algures na viagem. Wikström é um vendedor de camisas que desiste do negócio e que, num jogo de póquer, ganha dinheiro suficiente para comprar um restaurante. As vidas destas duas personagens acabam por se cruzar e Wikström acolhe Khaled, dando-lhe um espaço para dormir na sua garagem e um trabalho no seu restaurante.

Neste filme, os espaços da cidade tornam-se encruzilhadas onde vêm desaguar as vidas que, apenas numa dimensão aparente, caminham separadas. O realizador desfaz esta aparência e mostra, através de gestos, os elos invisíveis que conectam os corpos ao espaço. O corpo de Khaled movimenta-se desde o monte de carvão no navio até aos cárceres que o aprisionam: as algemas, os albergues, os caixotes de lixo e as casas-de-banho. É nesta imanência, entre corpos e espaços, que a vida acontece. Este ser humano que navega à deriva, entre obstáculos burocráticos e os ódios do costume, vê-se reduzido a uma condição animal similar à de um cão abandonado, mas é também dentro dessa condição que ele consegue resistir, e com isso mostrar-nos a potência humana de habitar, de ser capaz de reconstruir a sua vida num espaço novo.

O brilhantismo da realização é evidente. Isso é visível na forma como a banda sonora se incorpora no filme: o rock ‘n’ roll dos planos das guitarras e das mãos que as tocam. São as mesmas mãos que levam os dedos aos lábios, onde abundam os cigarros e o fumo que, ao misturar-se com a luz, oferece à imagem uma plasticidade que vivifica a forma do filme; porém, a forma ganha ainda mais relevo quando atentamos para a cuidada composição e coloração dos enquadramentos.

No final, fica a pergunta: qual o outro lado da esperança? Talvez seja esse lado mais duro, daquilo que acontece enquanto se espera, o desespero e melancolia que nascem pela realidade das dificuldades que vão tornando mais árido o caminho. Mas, apesar disso, fica sobretudo a genialidade de um artista que consegue vestir as tragédias com um humor desconcertante. Talvez seja esse o rosto da esperança, o riso e o sorriso tão humanos que o realizador consegue introduzir nas personagens e retirar de dentro de nós.

Destaques do dia: Segunda 10 de julho

10 Julho 2017
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O fim de semana acabou, mas o Curtas Vila do Conde regressa esta segunda-feira para mostrar o que de melhor se faz no cinema contemporâneo!  
 
Entre os destaques do dia está o arranque da secção In Focus que, até sábado, vai apresentar todos os filmes do cineasta francês F. J. Ossang. Hoje é exibido "Dharma Guns", o último filme do realizador. Stan acorda de um coma após um grave acidente, descobrindo que os genealogistas estão a procurar por alguém cuja identidade corresponde à dele. Em vez de fazer perguntas sobre esta filiação testamentária, ele submete-se ao legado do Professor Starkov e viaja para o país Las Estrellas.  Continua hoje a Competição Internacional, com mais três sessões às 17h, às 20h e às 22h30, onde continuamos a mostrar o que de melhor se faz no cinema contemporâneo internacional.  

A Carta Branca dos 25 anos do festival continua, às 21h45, com as escolhas de Manuela Azevendo, Rui Poças e Jorge Mourinha: "The Dam Keeper", de Robert Kondo e Diasuke "Dice” Tsutsumi; "L'Etoile de Mer", de Man Ray; e "Un Transport En Comun", de Dyana Gaye.  
 
Para o Panorama Nacional, às 21h15, o Curtas selecionou um conjunto de filmes que ajudam a traçar o panorama nacional na produção de curtas-metragens, obras relevantes que assinalam tendências ou exploram outros horizontes no cinema português e que não poderiam deixar de ser vistas pelo público do festival: “Triptic” de Tiago Afonso, “Semente Extreminadora” de Pedro Neves Marques e “Flores” de Jorge Jácome.  
 
Antes, às 16:0, decorre a primeira Conversa Take One!, intitulada "No Cinema Fazem-se Amigos”, com a presença de Salette Ramalho (Agência da Curta Metragem) Pela del Álamo (Curtocircuito IFF) e da realizadora Rita Barbosa (“À Noite Fazem-se Amigos”). Às 18:30, arranca também a primeira sessão da competição Take One!, dedicada a filmes de escola.  
 
Esta segunda-feira serão também ainda exibidos, no Teatro Municipal, filmes provenientes da Holanda e da Polónia, nas sessões do Panorama Europeu, às 15h e às 18h. 
 
No Auditório Municipal, continuam as sessões de cinema gratuitas para toda a família com uma seleção de divertidos filmes. É também neste espaço que o duo Pega Monstro apresentará, às 23:30, o novo álbum “Casa de Cima”.  
 
O dia termina no Cacau Café-Bar com a festa Take One! Night e um dj set de Jonathan Silva, com entrada livre.  
 
Os bilhetes encontram-se à venda na bilheteira do Teatro Municipal, no Auditório Municipal e na rede da Bilheteira Online. 

Destaques do dia : 9 de julho

9 Julho 2017
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Neste segundo dia do Curtas Vila do Conde, são vários os motivos para visitar o festival! 

A estreia mundial da nova longa de Sandro Aguilar, “Mariphasa”, acontece hoje, às 21:15. O filme conta a história de Paulo, que trabalha como segurança noturno num desativado complexo industrial. Dentro das longas-metragens teremos ainda o filme póstumo de Abbas Kiarostami, "24 Frames", uma coleção de 24 curtos filmes de quatro minutos e meio inspirados em imagens estáticas. Para ver às 23h00. 

Antes, às 17h, apresentamos uma sessão dedicada a Vila do Conde e Póvoa de Varzim com dois filmes que tratam as realidades desses locais: "Vaza", de José Manuel Sá e Paulo Pinto, conta a história de Vânia, uma adolescente e caxineira como toda a sua família, desde sempre ligada ao mar. Um Conto de Duas Cidades, de Morag Brennan e Steve Harrison é um filme sobre a Póvoa de Varzim nas décadas de 1950 e 1960, visto a partir da sua comunidade piscatória e como estância turística. Um conto feito a partir entrevistas de testemunhas oculares, às vezes hilariantes e outras vezes dolorosas, mas sempre inspiradoras e reveladoras. 

Arranca hoje também a Competição Internacional do Curtas Vila do Conde, com três sessões, às 18h30, 20h e 23h30,  onde serão exibidos alguns dos filmes selecionados para uma das competição mais aguardadas do festival, que mostra o que de melhor se faz no cinema contemporâneo. 
A extensa Carta Branca dos 25 anos do Curtas continua, às 21h45, com as escolhas de Inês Nadais, Adolfo Luxuria Canibal, Tiago Alves, Inês Meneses e José Miguel Gaspar: "Oh Dear", de Nicolas Provost, "Meshes of the Afternoon", de Maya Deren e Alexender Hammid, "Corrente", Rodrigo Areias, "Vacancy", de Matthias Muller, e Frankenweenie, de Tim Burton. 

Durante o dia de hoje, decorrerão também duas sessões do Curtinhas e ainda dois Showcases, inseridos na secção Take One!, com trabalhos de alunos da FBAUP e da ESMAD. 

Este domingo, o Curtas Vila do Conde regressa ao local onde tudo começou: o Auditório Municipal de Vila do Conde, que recebeu as primeiras 18 edições do festival! 
Nesse espaço, terá lugar, às 18:00, o lançamento do livro comemorativo do aniversário “Curtas Vila do Conde: 25 Anos, 25 Histórias”, composto por textos escritos por 25 personalidades (críticos de cinema, músicos, realizadores, escritores, jornalistas) que passaram por Vila do Conde. Estes textos revelam a pequena história do Curtas, aquela que foi contada apenas aos ouvidos de alguns. São memórias de muitos episódios de quem esteve por dentro do festival. 
Participam no livro: José Miguel Gaspar (jornalista); Marcos Cruz (jornalista), Pedro Marta Santos (escritor e jornalista); João Lopes (crítico de cinema); Valter Hugo Mãe(escritor); Manuela Azevedo (Clã); Eduardo Brito (argumentista, realizador e fotógrafo); Francisco Ferreira (crítico de cinema); Inês Meneses (jornalista); Inês Nadais (jornalista); Jorge Mourinha (jornalista); João Faria (designer); Ricardo Alexandre (jornalista); Rodrigo Affreixo (jornalista); Pedro Paixão (escritor); Sabrina Marques (crítica de cinema); Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta); Cláudia Marques Santos (jornalista); Miguel Gomes (realizador); Paulo Furtado (The Legendary Tigerman); Rui Poças (diretor de fotografia); Tiago Alves (jornalista); Daniel Ribas(crítico e programador de cinema); António Rodrigues (programador de cinema) e José Vieira Mendes (jornalista). 


Em simultâneo, é inaugurada a exposição fotográfica “A Glória de Fazer Cinema em Portugal”, uma homenagem a um conjunto de pessoas que, da representação à técnica, da realização à crítica, ajudaram e ajudam a fazer o cinema em Portugal e que, nos últimos anos, passaram pelo festival. 

Ainda no Auditório Municipal, haverá, às 23:30, um concerto dos Evols com o mais recente álbum “Evols III”. 

A festa de hoje vai decorrer no Cacau Café-Bar, com TAM (Wasser Bassin Records). 

Os bilhetes estão à venda na Bilheteira do Teatro Municipal de Vila do Conde, no Auditório Municipal e na rede da Bilheteira Online. 

Destaques do dia : 8 de julho

8 Julho 2017
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Arranca hoje a 25ª edição do Curtas Vila do Conde com vários destaques ao longo do dia!

"Gru - O Mal Disposto 3" é o filme abertura do Curtinhas, dedicado aos mais novos. Depois de ser despedido da Liga Antivilões, por deixar escapar o mais recente inimigo que ameaçava a humanidade, Gru encontra-se no meio de uma crise de identidade, deprimido. Mas quando um misterioso estranho informa Gru que tem um irmão gémeo chamado Dru, este fica surpreendido. Ao saber das intenções do seu irmão gémeo em formar uma parceria, resta a Gru perceber se quer voltar à vida que deixou para trás. Um filme para ver em família às 15h30.

A abertura oficial do festival decorre às 18h30, com o filme "O Outro Lado da Esperança", de Aki Kaurismäki. Este é o Regresso do mais português dos cineastas finlandeses, com um novo filme da sua trilogia dos portos. O Outro Lado da Esperança, estreado em Berlim, conta duas histórias que, por um acaso, se intersectam: a de um refugiado Sírio um jogador de pôquer. Às 23:00 é exibida mais um longa-metragem: "Certain Women", de Kelly Reichardt, que acompanha as histórias de três mulheres que se cruzam em pequenas cidades da América, mostrando as imperfeições subtis da sua existência.

A comemorar os seus 25 anos, o Curtas decidiu dar Carta Branca a 25 individualidades ligadas ao mundo da cultura para que escolhessem os seus filmes favoritos vistos no Curtas. A sessão de hoje conta com as escolhas de Daniel Ribas e Ricardo Alexandre, com os filmes "Corpo e Meio", de Sandro Aguilar, e "Bicicleta", de Luís Vieira Campos. Para ver às 21h45.

A abrir os filmes-concerto do festival: a Atlantic Coast Orchestra vai interpretar, ao vivo, uma banda sonora para o filme mudo “The General”, escrita pelo compositor Andrew E. Simpson. Esta comédia acompanha Johnny Gray (Buster Keaton) durante a perseguição de um bando de espiões que roubaram o seu comboio, O General, com a sua noiva Annabelle (Marion Mack) a bordo.

Ainda esta tarde, às 17:00, é inaugurada a exposição "Terra", na Solar - Galeria de Arte Cinemática, com trabalhos de Gabriel Abrantes (em colaboração com Ben Rivers), Priscila Fernandes, Pedro Neves Marques, Joana Pimenta, Lúcia Prancha, Francisco Queimadela and Mariana Caló.

O Curtas Vila do Conde vai contar, ainda hoje, com sessões do Panorama Europeu, dedicado à Bélgica, e três sessões de Short Matters! com algumas das melhores curtas-metragens vistas em festivais europeus.

Às 23h, teremos ainda a festa de abertura, no Café do Parque.

25º Curtas Vila do Conde abre com o novo filme de Aki Kaurismäki

5 Julho 2017
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A edição do 25º aniversário do Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema arranca no próximo sábado, 8 de julho. Entre os destaques do primeiro dia estão a antestreia nacional de “O Outro Lado da Esperança”, de Aki Kaurismäki, o filme de abertura do festival; o regresso de Kelly Reichardt com “Certain Women”; a abertura do Curtinhas com “Gru – O Maldisposto 3”; e o espetáculo da Atlantic Coast Orchestra que vai interpretar, ao vivo, uma banda sonora para a comédia muda de Buster Keaton, “The General”.


A 25ª edição do Curtas Vila do Conde abre com a antestreia nacional do mais recente filme de Aki Kaurismäki, “O Outro Lado da Esperança”. Premiado na última edição do prestigiado Festival de Berlim, o filme acompanha duas histórias que, por um acaso, se intersectam. A primeira é a de Khaled, um jovem refugiado sírio que perdeu praticamente toda a sua família. Quase por acidente, ele chega a Helsínquia como passageiro clandestino à procura de asilo. Wikström, o outro protagonista, é um antigo vendedor que muda a sua vida e se torna jogador de póquer. Com o dinheiro que ganha, compra um restaurante sem viabilidade numa rua obscura da mesma cidade.


Esta sessão está integrada na secção Da Curta À Longa, que acompanha o percurso de cineastas que passaram pelo festival, apresentando as suas longas-metragens. Ainda no sábado, será exibido “Certain Woman”, o novo trabalho de Kelly Reichardt, autora In Focus do Curtas Vila do Conde em 2014. O filme é uma digressão pelas histórias de três mulheres – protagonizadas por Michelle Williams, Kristen Stewart e Laura Dern – que se cruzam em pequenas cidades da América, mostrando as imperfeições subtis da sua existência. No dia seguinte, domingo, esta secção do festival apresenta mais duas longas: “24 Frames”, o filme póstumo de Abbas Kiarostami, em antestreia nacional, e "Mariphasa", de Sandro Aguilar, em estreia mundial.


Também no primeiro dia do Curtas Vila do Conde, o filme “Gru – O Maldisposto 3” abre, às 15:30, o Curtinhas, a secção dedicada a crianças e jovens. Para além do filme de abertura, este mini-festival dentro do próprio festival vai contar com uma competição de curtas-metragens, vários ateliers e um espaço infantil onde as crianças podem realizar atividades ligadas ao cinema enquanto os pais assistem às sessões.


Na celebração das suas 25 edições, o Curtas Vila do Conde convidou 25 personalidades a escolherem o seu filme preferido visto no festival. Esta extensa carta branca, dividida em várias sessões ao longo da semana, vai apresentar obras de cineastas como Manoel de Oliveira, Federico Fellini, Jean-Luc Godard, Tim Burton, Maya Deren, Artavazd Pelechian, Chris Marker, Hal Hartley, Miguel Gomes, Matthias Müller, Man Ray, Gus Van Sant e João Pedro Rodrigues. A primeira sessão exibe, às 21:45, “Corpo e Meio” de Sandro Aguilar e“Bicicleta” de Luís Vieira Campos.


A terminar o programa do primeiro dia do Curtas Vila do Conde, a Atlantic Coast Ochestra – um projeto inovador composto por jovens músicos conduzidos pelo maestro Luis Miguel Clemente – apresenta, pela primeira vez em Portugal, uma banda sonora original composta por Andrew E. Simpson para o clássico mudo de Buster Keaton, "The General" (Pamplinas Maquinista), exibido em simultâneo.

A comédia, inspirada num acontecimento verídico, acompanha Johnny Gray (Buster Keaton) durante a Guerra Civil Americana, um maquinista com duas paixões: a sua noiva Annabelle Lee (Marion Mack) e o seu comboio, O General. Depois de ter sido rejeitado para combater na guerra, por ser considerado mais valioso como maquinista, Johnny Gray começa a ser visto como cobarde por Annabelle. Decidido a provar o contrário, Johnny mostra que é corajoso perseguindo sozinho um bando de espiões que roubaram o seu comboio, O General, onde seguia Annabelle.

Solar – Galeria de Arte Cinemática, um dos espaços do festival, inaugura, no mesmo dia às 17:00, “Terra”, uma exposição coletiva da nova geração de autores portugueses: Gabriel Abrantes (em colaboração com Ben Rivers), Priscila Fernandes, Pedro Neves Marques, Joana Pimenta, Lúcia Prancha, Francisco Queimadela e Mariana Caló. A exposição, que fica patente até 17 de setembro, terá um horário alargado durante o festival: das 14:00 às 23:00.


O 25º Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema, que decorre entre 8 e 16 de julho, tem o apoio da Câmara Municipal de Vila do Conde, do Ministério da Cultura, do Instituto do Cinema e Audiovisual, do programa MEDIA/Europa Criativa e de vários parceiros imprescindíveis à realização do festival, incluindo a Acción Cultural Española (AC/E) que apoia a forte presença de Espanha no Curtas Vila do Conde.

ERRATA: Jornal do 25º Curtas Vila do Conde

3 Julho 2017
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Na versão impressa do jornal do 25º Curtas Vila do Conde:

- na página 7, com o programa de domingo, 9 de julho, a sessão Da Curta À Longa com o filme "24 Frames" está indicada, por lapso, às 21:15 sendo que a hora correcta é 23:00. 

- na página 10, com o programa de quarta-feira, 12 de julho, o evento "Cinema Expandido" tem inicio às 16:00 e não às 14:00, como indicado. 

- Na contracapa, na grelha com o programa do festival, o horário da Solar - Galeria de Arte Cinemática é das 14:00 às 23:00 e não das 14:00 à 00:00 como indicado.

As versões disponíveis digitalmente foram atualizadas com as informações correctas.

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