Sessão Extra "Vaza" e "Um Conto de Duas Cidades"

10 Julho 2017
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Devido ao elevado interesse e afluência à Sessão Especial do passado domingo, com os filmes "Vaza" e "Um Conto de Duas Cidades", o Curtas Vila do Conde decidiu abrir uma sessão extra no próximo sábado, às 14h30 no Auditório Municipal, para que veja, ou reveja, estes dois filmes passados em Vila do Conde e na Póvoa de Varzim.

Todos os anos, o Curtas abre espaço de visibilidade a filmes que retratam realidades locais, e este ano não foi exceção. A Sessão Especial do passado domingo, dia 14 de julho, contou com casa cheia e lugares esgotados. Por esse motivo, o Curtas Vila do Conde vai exibir mais uma vez os filmes que passaram na Sessão Especial, dando oportunidade àqueles que não viram, e àqueles que queiram rever, de assistirem mais uma vez aos dois filmes passados em Vila do Conde e Póvoa de Varzim.  
 
 
"Vaza", de José Manuel Sá e Paulo Pinto, conta a história de Vânia, uma adolescente, caxineira como toda a sua família, desde sempre ligada ao mar. "Um Conto de Duas Cidades", de Morag Brennan e Steve Harrison, é um filme sobre a Póvoa de Varzim nas décadas de 1950 e 1960, tendo como protagonistas as pessoas da Póvoa de Varzim. O filme começa com a célebre fotografia de Maria do Alívio aos 16 anos, a andar descalça pela Rua das Lavadeiras, debaixo do icónico cartaz publicitário com a diva Sophia Loren, e conta a história de duas Póvoas de Varzim muito diferentes: a comunidade piscatória e a realidade brutal de um modo de vida tradicional, e a cidade turística e os indivíduos que a começaram a projetar nacionalmente como um concorrido destino de férias.  
 
 
O filme oferece essa viagem histórica a um mundo que agora está praticamente esquecido, mas também a uma sociedade portuguesa marcada pelo Salazarismo de má recordação. Para o ditador, a Póvoa de Varzim representava um singular repositório de memórias ligadas à heroica gesta marítima, mas também seria o cenário dramático para o confronto entre a ditadura do Estado Novo e o homem que jurou derrubá-lo, o General Humberto Delgado. Este “Conto de Duas Cidades” é contado através de entrevistas de testemunhas oculares, às vezes hilariantes e outras vezes dolorosas, mas sempre inspiradoras e reveladoras.  
 
 
A sessão extra irá decorrer no Auditório Municipal e os bilhetes poderão ser adquiridos na bilheteira do Teatro Municipal, no Auditório Municipal e, ainda, na rede da Bilheteira Online.

Todos os anos, o Curtas abre espaço de visibilidade a filmes que retratam realidades locais, e este ano não foi exceção. A Sessão Especial do passado domingodia 14 de julhocontou com casa cheia e lugares esgotados. Por esse motivo, o Curtas Vila do Conde vai exibir mais uma vez os filmes que passaram na Sessão Especial, dando oportunidade àqueles que não viram, e àqueles que queiram rever, de assistirem mais uma vez aos dois filmes passados em Vila do Conde e Póvoa de Varzim.  

 
 

"Vaza", de José Manuel Sá e Paulo Pinto, conta a história de Vânia, uma adolescentecaxineira como toda a sua famíliadesde sempre ligada ao mar. "Um Conto de Duas Cidades", de Morag Brennan e Steve Harrison, é ufilme sobre a Póvoa de Varzim nas décadas de 1950 e 1960, tendo como protagonistas as pessoas da Póvoa de Varzim. O filme começa com a célebre fotografia de Maria do Alívio aos 16 anos, a andar descalça pela Rua das Lavadeirasdebaixo do icónico cartaz publicitário com a diva Sophia Loren, e conta a história de duas Póvoas de Varzim muito diferentes: a comunidade piscatória e a realidade brutal de um modo de vida tradicional, e a cidade turística e os indivíduos que a começaram a projetar nacionalmente como um concorrido destino de férias 

 
 

filme oferece essa viagem histórica a um mundo que agora está praticamente esquecido, mas também a uma sociedade portuguesa marcada pelo Salazarismo de  recordação. Para o ditador, a Póvoa de Varzim representava um singular repositório de memórias ligadas à heroica gesta marítimamas também seria o cenário dramático para o confronto entre a ditadura do Estado Novo e o homem que jurou derrubá-lo, o General Humberto Delgado. Este “Conto de Duas Cidades” é contado através de entrevistas de testemunhas ocularesàs vezes hilariantes e outras vezes dolorosas, mas sempre inspiradoras e reveladoras.  

 
 

sessão extra irá decorrer no Auditório Municipal e os bilhetes poderão ser adquiridos na bilheteira do Teatro Municipal, no Auditório Municipal e, aindana rede da Bilheteira Online.

Entre Mares: Diferença e Dignidade em Kaurismäki

10 Julho 2017
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O texto seguinte foi produzido por um dos participantes do 2.º Workshop Crítica de Cinema realizado durante o 25.º Curtas Vila do Conde - Festival Internacional de Cinema. Este Workshop é formado por um conjunto de masterclasses e debates com convidados internacionais e pela produção de textos críticos sobre os filmes exibidos durante o festival, que serão publicados, periodicamente, na página do PÚBLICO e no blogue do Curtas Vila do Conde.

 

Por Gisela Leal

 

Desta vez é o Báltico o mar que abre o filme, visto do porto de Helsínquia, na segunda parte da trilogia que Aki Kaurismäki dedica àqueles espaços com O Outro Lado da Esperança (2017), depois de Le Havre de 2011. Aqui, Kaurismäki retoma a temática ali iniciada (embora possamos considerar que O Homem sem passado, 2002, tocasse já nalguns dos pontos centrais): o percurso errante e esperançoso dos migrantes pela Europa. De novo, o confronto entre aquela condição e a de um homem de idade avançada, ele próprio em momento de restruturação de vida. Um à procura de um espaço, em fuga da guerra, depois de ter perdido quase toda a família; o outro a quebrar todos os laços, profissionais e pessoais, incluindo com a companheira alcoólica, também ela a procurar renovação e limpeza, potenciada pela ausência do companheiro.

De facto, todos personagens do filme exalam mutação, processos contínuos de transformação, aspeto central no filme e que é também claramente objetificado no restaurante que os reúne e que muda constantemente de “nacionalidade”. Essa mudança é simbólica do cruzamento cultural que subjaz à temática, quase a dizer-nos que somos todos um pouco de tudo e, ao mesmo tempo, a apontar subtilmente uma arma ao coração do capitalismo e da sua capacidade de se readaptar para cumprir o seu objetivo primordial.

 

É, pois, um filme sobre movimento, sobre mudança – geográfica e psicológica, exterior e interior, forçada e voluntária –, onde se abordam as questões centrais da sociedade e da política contemporânea: o fenómeno da migração e as suas consequências, como a xenofobia, os nacionalismos e a violência associada. Como lidam não os Estados, mas os povos, os indivíduos, consigo próprios e com o outro – o estranho, o diferente – e o incluem ou rejeitam.

 

Poderia não parecer uma tarefa fácil à partida, pois os personagens são desconcertantemente monocórdicos, mas o humor é uma ferramenta utilizada pelo realizador com uma mestria invulgar nestas circunstâncias: podemos estar a partilhar a angústia e a nostalgia dos protagonistas para rir da sua desgraça (que pode também ser a nossa) e do maquiavelismo capitalista. Como exemplo, tanto a sequência de transação de dinheiro de mão em mão, como as relações negociais e de patrão-empregado associadas são transformadas em caricaturas do modelo socioeconómico atual. Mais uma vez, e a cada momento, a preocupação humanista do realizador revela-se no extremo cuidado com que trata a dignidade dos seus personagens.

 

O mesmo mar encerra o filme, que na realidade não tem fim. O refugiado sírio que vemos chegar no início, negro do carvão em que vem escondido, vai sendo lavado pelo humanismo que encontra no seu caminho. Até voltar a olhar o Báltico aonde chegou, já sem medo. Mas na brancura da sua camisa está também a mancha de sangue, marca de um percurso: marca do outro lado da esperança?

Desventuras de um corpo capaz de sorrir

10 Julho 2017
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O texto seguinte foi produzido por um dos participantes do 2.º Workshop Crítica de Cinema realizado durante o 25.º Curtas Vila do Conde - Festival Internacional de Cinema. Este Workshop é formado por um conjunto de masterclasses e debates com convidados internacionais e pela produção de textos críticos sobre os filmes exibidos durante o festival, que serão publicados, periodicamente, na página do PÚBLICO e no blogue do Curtas Vila do Conde.

Por Cláudio Azevedo
 
Este é o segundo filme da “trilogia dos portos” de Aki Kaurismaki, um conjunto de três filmes que o autor dedica à temática da migração. Através da sua narrativa, somos confrontados, por um lado, com a vida daqueles que vivem o drama da morte e destruição em territórios de guerra, e do outro, com as questões do acolhimento nos países que os recebem.  

A história mostra-nos as desventuras de Khaled, um refugiado sírio que chega a Helsínquia escondido dentro de um monte de carvão. Ainda com o rosto coberto de negro, Khaled vagueia pela cidade em busca de asilo, enquanto tem o seu pensamento focado em reencontrar a sua irmã, perdida algures na viagem. Wikström é um vendedor de camisas que desiste do negócio e que, num jogo de póquer, ganha dinheiro suficiente para comprar um restaurante. As vidas destas duas personagens acabam por se cruzar e Wikström acolhe Khaled, dando-lhe um espaço para dormir na sua garagem e um trabalho no seu restaurante.

Neste filme, os espaços da cidade tornam-se encruzilhadas onde vêm desaguar as vidas que, apenas numa dimensão aparente, caminham separadas. O realizador desfaz esta aparência e mostra, através de gestos, os elos invisíveis que conectam os corpos ao espaço. O corpo de Khaled movimenta-se desde o monte de carvão no navio até aos cárceres que o aprisionam: as algemas, os albergues, os caixotes de lixo e as casas-de-banho. É nesta imanência, entre corpos e espaços, que a vida acontece. Este ser humano que navega à deriva, entre obstáculos burocráticos e os ódios do costume, vê-se reduzido a uma condição animal similar à de um cão abandonado, mas é também dentro dessa condição que ele consegue resistir, e com isso mostrar-nos a potência humana de habitar, de ser capaz de reconstruir a sua vida num espaço novo.

O brilhantismo da realização é evidente. Isso é visível na forma como a banda sonora se incorpora no filme: o rock ‘n’ roll dos planos das guitarras e das mãos que as tocam. São as mesmas mãos que levam os dedos aos lábios, onde abundam os cigarros e o fumo que, ao misturar-se com a luz, oferece à imagem uma plasticidade que vivifica a forma do filme; porém, a forma ganha ainda mais relevo quando atentamos para a cuidada composição e coloração dos enquadramentos.

No final, fica a pergunta: qual o outro lado da esperança? Talvez seja esse lado mais duro, daquilo que acontece enquanto se espera, o desespero e melancolia que nascem pela realidade das dificuldades que vão tornando mais árido o caminho. Mas, apesar disso, fica sobretudo a genialidade de um artista que consegue vestir as tragédias com um humor desconcertante. Talvez seja esse o rosto da esperança, o riso e o sorriso tão humanos que o realizador consegue introduzir nas personagens e retirar de dentro de nós.

Destaques do dia: Segunda 10 de julho

10 Julho 2017
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O fim de semana acabou, mas o Curtas Vila do Conde regressa esta segunda-feira para mostrar o que de melhor se faz no cinema contemporâneo!  
 
Entre os destaques do dia está o arranque da secção In Focus que, até sábado, vai apresentar todos os filmes do cineasta francês F. J. Ossang. Hoje é exibido "Dharma Guns", o último filme do realizador. Stan acorda de um coma após um grave acidente, descobrindo que os genealogistas estão a procurar por alguém cuja identidade corresponde à dele. Em vez de fazer perguntas sobre esta filiação testamentária, ele submete-se ao legado do Professor Starkov e viaja para o país Las Estrellas.  Continua hoje a Competição Internacional, com mais três sessões às 17h, às 20h e às 22h30, onde continuamos a mostrar o que de melhor se faz no cinema contemporâneo internacional.  

A Carta Branca dos 25 anos do festival continua, às 21h45, com as escolhas de Manuela Azevendo, Rui Poças e Jorge Mourinha: "The Dam Keeper", de Robert Kondo e Diasuke "Dice” Tsutsumi; "L'Etoile de Mer", de Man Ray; e "Un Transport En Comun", de Dyana Gaye.  
 
Para o Panorama Nacional, às 21h15, o Curtas selecionou um conjunto de filmes que ajudam a traçar o panorama nacional na produção de curtas-metragens, obras relevantes que assinalam tendências ou exploram outros horizontes no cinema português e que não poderiam deixar de ser vistas pelo público do festival: “Triptic” de Tiago Afonso, “Semente Extreminadora” de Pedro Neves Marques e “Flores” de Jorge Jácome.  
 
Antes, às 16:0, decorre a primeira Conversa Take One!, intitulada "No Cinema Fazem-se Amigos”, com a presença de Salette Ramalho (Agência da Curta Metragem) Pela del Álamo (Curtocircuito IFF) e da realizadora Rita Barbosa (“À Noite Fazem-se Amigos”). Às 18:30, arranca também a primeira sessão da competição Take One!, dedicada a filmes de escola.  
 
Esta segunda-feira serão também ainda exibidos, no Teatro Municipal, filmes provenientes da Holanda e da Polónia, nas sessões do Panorama Europeu, às 15h e às 18h. 
 
No Auditório Municipal, continuam as sessões de cinema gratuitas para toda a família com uma seleção de divertidos filmes. É também neste espaço que o duo Pega Monstro apresentará, às 23:30, o novo álbum “Casa de Cima”.  
 
O dia termina no Cacau Café-Bar com a festa Take One! Night e um dj set de Jonathan Silva, com entrada livre.  
 
Os bilhetes encontram-se à venda na bilheteira do Teatro Municipal, no Auditório Municipal e na rede da Bilheteira Online. 

Destaques do dia : 9 de julho

9 Julho 2017
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Neste segundo dia do Curtas Vila do Conde, são vários os motivos para visitar o festival! 

A estreia mundial da nova longa de Sandro Aguilar, “Mariphasa”, acontece hoje, às 21:15. O filme conta a história de Paulo, que trabalha como segurança noturno num desativado complexo industrial. Dentro das longas-metragens teremos ainda o filme póstumo de Abbas Kiarostami, "24 Frames", uma coleção de 24 curtos filmes de quatro minutos e meio inspirados em imagens estáticas. Para ver às 23h00. 

Antes, às 17h, apresentamos uma sessão dedicada a Vila do Conde e Póvoa de Varzim com dois filmes que tratam as realidades desses locais: "Vaza", de José Manuel Sá e Paulo Pinto, conta a história de Vânia, uma adolescente e caxineira como toda a sua família, desde sempre ligada ao mar. Um Conto de Duas Cidades, de Morag Brennan e Steve Harrison é um filme sobre a Póvoa de Varzim nas décadas de 1950 e 1960, visto a partir da sua comunidade piscatória e como estância turística. Um conto feito a partir entrevistas de testemunhas oculares, às vezes hilariantes e outras vezes dolorosas, mas sempre inspiradoras e reveladoras. 

Arranca hoje também a Competição Internacional do Curtas Vila do Conde, com três sessões, às 18h30, 20h e 23h30,  onde serão exibidos alguns dos filmes selecionados para uma das competição mais aguardadas do festival, que mostra o que de melhor se faz no cinema contemporâneo. 
A extensa Carta Branca dos 25 anos do Curtas continua, às 21h45, com as escolhas de Inês Nadais, Adolfo Luxuria Canibal, Tiago Alves, Inês Meneses e José Miguel Gaspar: "Oh Dear", de Nicolas Provost, "Meshes of the Afternoon", de Maya Deren e Alexender Hammid, "Corrente", Rodrigo Areias, "Vacancy", de Matthias Muller, e Frankenweenie, de Tim Burton. 

Durante o dia de hoje, decorrerão também duas sessões do Curtinhas e ainda dois Showcases, inseridos na secção Take One!, com trabalhos de alunos da FBAUP e da ESMAD. 

Este domingo, o Curtas Vila do Conde regressa ao local onde tudo começou: o Auditório Municipal de Vila do Conde, que recebeu as primeiras 18 edições do festival! 
Nesse espaço, terá lugar, às 18:00, o lançamento do livro comemorativo do aniversário “Curtas Vila do Conde: 25 Anos, 25 Histórias”, composto por textos escritos por 25 personalidades (críticos de cinema, músicos, realizadores, escritores, jornalistas) que passaram por Vila do Conde. Estes textos revelam a pequena história do Curtas, aquela que foi contada apenas aos ouvidos de alguns. São memórias de muitos episódios de quem esteve por dentro do festival. 
Participam no livro: José Miguel Gaspar (jornalista); Marcos Cruz (jornalista), Pedro Marta Santos (escritor e jornalista); João Lopes (crítico de cinema); Valter Hugo Mãe(escritor); Manuela Azevedo (Clã); Eduardo Brito (argumentista, realizador e fotógrafo); Francisco Ferreira (crítico de cinema); Inês Meneses (jornalista); Inês Nadais (jornalista); Jorge Mourinha (jornalista); João Faria (designer); Ricardo Alexandre (jornalista); Rodrigo Affreixo (jornalista); Pedro Paixão (escritor); Sabrina Marques (crítica de cinema); Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta); Cláudia Marques Santos (jornalista); Miguel Gomes (realizador); Paulo Furtado (The Legendary Tigerman); Rui Poças (diretor de fotografia); Tiago Alves (jornalista); Daniel Ribas(crítico e programador de cinema); António Rodrigues (programador de cinema) e José Vieira Mendes (jornalista). 


Em simultâneo, é inaugurada a exposição fotográfica “A Glória de Fazer Cinema em Portugal”, uma homenagem a um conjunto de pessoas que, da representação à técnica, da realização à crítica, ajudaram e ajudam a fazer o cinema em Portugal e que, nos últimos anos, passaram pelo festival. 

Ainda no Auditório Municipal, haverá, às 23:30, um concerto dos Evols com o mais recente álbum “Evols III”. 

A festa de hoje vai decorrer no Cacau Café-Bar, com TAM (Wasser Bassin Records). 

Os bilhetes estão à venda na Bilheteira do Teatro Municipal de Vila do Conde, no Auditório Municipal e na rede da Bilheteira Online. 

Destaques do dia : 8 de julho

8 Julho 2017
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Arranca hoje a 25ª edição do Curtas Vila do Conde com vários destaques ao longo do dia!

"Gru - O Mal Disposto 3" é o filme abertura do Curtinhas, dedicado aos mais novos. Depois de ser despedido da Liga Antivilões, por deixar escapar o mais recente inimigo que ameaçava a humanidade, Gru encontra-se no meio de uma crise de identidade, deprimido. Mas quando um misterioso estranho informa Gru que tem um irmão gémeo chamado Dru, este fica surpreendido. Ao saber das intenções do seu irmão gémeo em formar uma parceria, resta a Gru perceber se quer voltar à vida que deixou para trás. Um filme para ver em família às 15h30.

A abertura oficial do festival decorre às 18h30, com o filme "O Outro Lado da Esperança", de Aki Kaurismäki. Este é o Regresso do mais português dos cineastas finlandeses, com um novo filme da sua trilogia dos portos. O Outro Lado da Esperança, estreado em Berlim, conta duas histórias que, por um acaso, se intersectam: a de um refugiado Sírio um jogador de pôquer. Às 23:00 é exibida mais um longa-metragem: "Certain Women", de Kelly Reichardt, que acompanha as histórias de três mulheres que se cruzam em pequenas cidades da América, mostrando as imperfeições subtis da sua existência.

A comemorar os seus 25 anos, o Curtas decidiu dar Carta Branca a 25 individualidades ligadas ao mundo da cultura para que escolhessem os seus filmes favoritos vistos no Curtas. A sessão de hoje conta com as escolhas de Daniel Ribas e Ricardo Alexandre, com os filmes "Corpo e Meio", de Sandro Aguilar, e "Bicicleta", de Luís Vieira Campos. Para ver às 21h45.

A abrir os filmes-concerto do festival: a Atlantic Coast Orchestra vai interpretar, ao vivo, uma banda sonora para o filme mudo “The General”, escrita pelo compositor Andrew E. Simpson. Esta comédia acompanha Johnny Gray (Buster Keaton) durante a perseguição de um bando de espiões que roubaram o seu comboio, O General, com a sua noiva Annabelle (Marion Mack) a bordo.

Ainda esta tarde, às 17:00, é inaugurada a exposição "Terra", na Solar - Galeria de Arte Cinemática, com trabalhos de Gabriel Abrantes (em colaboração com Ben Rivers), Priscila Fernandes, Pedro Neves Marques, Joana Pimenta, Lúcia Prancha, Francisco Queimadela and Mariana Caló.

O Curtas Vila do Conde vai contar, ainda hoje, com sessões do Panorama Europeu, dedicado à Bélgica, e três sessões de Short Matters! com algumas das melhores curtas-metragens vistas em festivais europeus.

Às 23h, teremos ainda a festa de abertura, no Café do Parque.

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