Curtas Vila do Conde apresenta carta branca do 25º aniversário na Cinemateca Portuguesa

7 Junho 2017
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O Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema regressa entre 8 e 16 de julho para uma edição especial: a do 25º aniversário. Ao longo destes 25 anos, o festival  tem apresentado uma programação eclética exibindo as grandes tendências do cinema contemporâneo ao mesmo tempo em que procura ser um festival de vanguarda, apostando também na intersecção entre o cinema e as outras áreas artísticas.

Em 2017, o Curtas Vila do Conde prepara-se para apresentar uma edição comemorativa onde continuará a insistir em inventar o futuro ao mesmo tempo em que celebra um quarto de século de história.

No programa comemorativo do 25º aniversário, o festival apresentará uma extensa carta branca composta por filmes exibidos em edições anteriores do evento escolhidos por 25 personalidades ligadas a áreas como o cinema, a música, o jornalismo e a literatura, entre elas Valter Hugo Mãe (escritor), Manuela Azevedo (Clã), Pedro Paixão (escritor), João Lopes (crítico de cinema), Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta), Miguel Gomes (realizador), e Paulo Furtado (The Legendary Tigerman). Estas escolhas reúnem obras marcantes de cineastas como Manoel de Oliveira, Federico Fellini, Jean-Luc Godard, Maya Deren, Artavazd Pelechian, Chris Marker, Hal Hartley, Miguel Gomes, Matthias Müller, Man Ray, Gus Van Sant e João Pedro Rodrigues, ente outros.

A antecipar o festival, o Curtas Vila do Conde apresenta na Cinemateca Portuguesa, a 1 de julho, uma sessão especial com uma seleção dos filmes que integram esta carta branca: “Corpo e Meio” de Sandro Aguilar, “A Story for the Modlins” de Sérgio Oksman e “Vacancy” de Matthias Müller. Estas curtas-metragens são as escolhas da jornalista Inês Meneses, do cineasta e argumentista Eduardo Brito e do programador e crítico de cinema, Daniel Ribas.

Curtas Vila do Conde na Filmoteca de Galicia

7 Junho 2017
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A CGAI - Filmoteca de Galicia dedica, nos próximos dias 8 e 9 de junho, uma sessão ao Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema com filmes exibidos anteriormente no festival: Amélia & Duarte de Mónica Santos e Alice Guimarães; "Penúmbria" de Eduardo Brito; "Maria do Mar" de João Rosas; "À Noite Fazem-se Amigos" de Rita Barbosa; "A Brief History of Princess X" de Gabriel Abrantes; "Chatear-me-ia Morrer Tão Joveeeeem" de Filipe Abraches; "Noite Sem Distância" de Lois Patiño; "Estilhaços" de José Miguel Ribeiro e "Cidade Pequena" de Diogo Costa Amarante. 

Cinema Trindade dedica sessão a Diogo Costa Amarante

6 Junho 2017
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O Cinema Trindade dedica, no próximo sábado, 10 de junho, uma sessão ao realizador Diogo Costa Amarante, vencedor do Urso de Ouro para Melhor Curta- Metragem na Berlinale 2017. A sessão de cinema, com inicio às 17:30 e seguida de uma conversa com o realizador, vai exibir “Cidade Pequena”, o filme premiado em Berlim, e “As Rosas Brancas”.

Esta sessão apresenta, pela primeira vez no Porto depois da estreia no Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema, o filme “Cidade Pequena”, premiado com o Urso de Ouro para Melhor Curta-Metragem na última edição da Berlinale e Melhor realizador no Festival de cinema experimental de Bucareste. Protagonizado pela irmã e pelo sobrinho do próprio cineasta, “Cidade Pequena” parte de um episódio verídico no qual Frederico descobre na escola que as pessoas têm cabeça, tronco e membros e que se o coração para elas morrem. A ficção, co-produzida pela Curtas Metragens CRL, é uma reflexão acerca da tomada de consciência da morte, do tempo e da transitoriedade da vida. A propósito do prémio no Festival de Berlim, o júri, composto pelo artista alemão Christian Jankowski, pela curadora norte-americana Kimberly Drew e pelo programador chileno Carlos Núñez, destacou os enquadramentos do filme que “lembram a atenção ao detalhe presente nos quadros do Renascimento italiano”.


“As Rosas Brancas”, a curta-metragem anterior – que também integrou a competição da Berlinale, na edição de 2014 – tem como premissa as mesmas questões. É um conto sobre como uma família tenta lidar com a ausência da matriarca trocando papéis em busca de consolo.


Diogo Costa Amarante nasceu em Portugal onde inicialmente se licenciou em Direito. Em Barcelona, estudou Cinema Documentário e Cinematografia realizando o seu primeiro filme que, entre outros prémios, recebeu o de melhor documentário espanhol no Festival Internacional de Cinema Documentário de Madrid. Em 2009, participou no Talent Campus do Festival de Berlim e realizou o segundo filme “Em Janeiro, talvez” (2009), que recebeu igualmente o prémio de melhor documentário espanhol no Documentamadrid09, bem como uma menção especial no SalinaDocFest 09 / Itália. “As Rosas Brancas” (2014), foi o filme pré-tese do MFA em realização e produção cinematográfica que Diogo Costa Amarante concluiu na New York University / Tisch School of the Arts como bolseiro Fulbright. Este filme estreou na 64ª edição do Festival Internacional de Berlim como candidato ao Urso de Ouro de Melhor Curta-Metragem Internacional. Circulou por vários festivais internacionais e acabou por ser premiado no Festival Européen du Film Court de Brest/ França. “Cidade Pequena”(2016) é o filme com o qual Diogo Costa Amarante concluiu o seu MFA.

Mão Morta, Capitão Fausto, Pega Monstro, Evols, Chassol e Atlantic Coast Orchestra no 25º Curtas Vila do Conde

1 Junho 2017
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O Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema volta a destacar a intersecção entre o cinema e a música na secção Stereo com concertos, sessões de cinema e uma competição de vídeos musicais. Em 2017, o festival recebe espetáculos de Mão Morta, Capitão Fausto, Pega Monstro, Evols, Chassol e Atlantic Coast Orchestra. 

A 8 de julho, os talentosos músicos da Atlantic Coast Orchestra, dirigidos pelo maestro Luis Clemente, vão interpretar, ao vivo no Curtas Vila do Conde, uma banda sonora escrita pelo compositor Andrew E. Simpson para o clássico mudo de Buster KeatonThe General (Pamplinas Maquinista, de 1926). A comédia acompanha Johnny Gray (Buster Keaton) durante a perseguição de um bando de espiões que roubaram o seu comboio, O General, com a sua noiva a Annabelle (Marion Mack) a bordo. Formada em 2015, a Atlantic Coast Orchestra é um projeto inovador que reúne alguns dos melhores jovens músicos profissionais, desenvolvendo uma atividade musical com elevados padrões artísticos.


A 12 de julho, o francês Chassol estreia-se em Portugal com um surpreendente espetáculo audiovisual onde vai apresentar um dos seus mais recentes projetos, Big Sun. Pianista, compositor, arranjador e produtor musical, Christophe Chassol tem captado a atenção da crítica e conquistado a admiração de músicos como Frank Ocean, Flying Lotus, Solange e Thundercat. Nos seus trabalhos, Chassol procura “harmonizar o real”, musicando a vida, o mundo e tudo aquilo que encontra e com o que se relaciona numa técnica a que chamou “ultrascore”. As suas composições articulam vozes, música, sons e imagens transformando-os em objetos audiovisuais singulares. Em palco, imagens e gravações são combinadas com música numa espécie de improviso onde nada é padronizado mas tudo flui naturalmente. O concerto no Curtas Vila do Conde será um espetáculo multissensorial e uma oportunidade única para testemunhar o génio musical do francês.


Os Capitão Fausto, uma das bandas mais aclamadas do ano, trazem ao Curtas Vila do Conde, a 14 de julho, o álbum Os Capitão Fausto têm os dias contados, num concerto único e original. Neste espetáculo, a banda de rock lisboeta apresenta-se num formato especial interpretando temas como CorazónAmanhã Tou Melhor e Morro na Praia enquanto revisita os momentos que estiveram na génese dessas canções através de excertos do documentário Pontas Soltas. Realizado por Ricardo Oliveira, o filme, que será apresentado no Curtas Vila do Conde numa nova versão, acompanha o processo criativo e os bastidores da gravação do terceiro álbum do grupo


No ano em que também assinalam o 25º aniversário de Mutantes S21, os Mão Morta sobem ao palco do Teatro Municipal, no sábado 15 de julho, para uma apresentação integral do mítico álbum. A banda de Adolfo Luxúria Canibal regressa, assim, ao festival, onde atuou há nove anos, para um concerto de celebração do disco que colocou os Mão Morta no radar do rock português. Este concerto vai revisitar todos os temas de Mutantes S21 e uma seleção de outros trabalhos da banda. Tendo como premissa a edição especial do álbum, que em 1992 foi lançada com uma banda desenhada, os Mão Morta convidaram 15 ilustradores portugueses – Alex Gozblau, André Coelho, André Covas, Ângela Vieira, António Gonçalves, Esgar Acelerado, João Lemos, João Maio Pinto, José Carlos Costa, Marco Mendes, Marco Moura, Miguel Ogoshi, Raquel Costa, Sebastião Peixoto e Tiago Manuel – para desenvolverem um trabalho alusivo a cada um dos temas do disco. Sobre essas ilustrações, João Martinho Moura, artista de Arte Digital, desenvolverá um trabalho de visuais, atuando em tempo real com a banda.


O Auditório Municipal de Vila do Conde – o local que acolheu as primeiras 18 edições do Curtas Vila do Conde e onde o festival regressa em 2017 para assinalar o 25º aniversário – recebe as bandas Evols (9 de julho) e Pega Monstro (10 de julho) para concertos de apresentação dos seus novos álbuns Evols III e A Casa de Cima, respetivamente.


Os bilhetes para estes espetáculos custam entre 5 e 14 euros e encontram-se à venda no Teatro Municipal de Vila do Conde e na rede da Bilheteira Online. Os portadores do Free Pass do festival têm acesso gratuito, com exceção dos concertos de Mão Morta e Capitão Fausto, para os quais têm 50% de desconto. Este passe geral, à venda a partir de 35 euros exclusivamente no site do Curtas Vila do Conde, garante também o acesso a todas as sessões de cinema.


Ainda na secção Stereo, será apresentado, a 13 de julho, Minute Bodies: The Intimate World of F. Percy Smith, realizado por Stuart Staples, o vocalista dos Tindersticks, banda que esgotou dois espetáculos no Curtas Vila do Conde em 2015. Este filme é um tributo ao trabalho pioneiro de F. Percy Smith, inventor e cineasta do início do século XX, que desenvolveu técnicas cinematográficas de captação dos segredos da natureza em ação. Partindo de imagens de arquivo do próprio F. Percy Smith e tirando partido da experiência musical de Stuart, o filme constrói uma narrativa silenciosa que abre espaço a novas leituras sobre o trabalho original do documentarista britânico. A longa-metragem conta com banda sonora original dos Tindersticks, em colaboração com Thomas Belhom e Christine Ott.


Competição de Vídeos Musicais voltará a apresentar uma seleção dos melhores vídeos musicais portugueses, inovadores na arte de combinar música e cinema. Procurando sempre acompanhar a evolução dos géneros e a forma de fazer cinema, esta competição, dedicada nos últimos anos exclusivamente à produção nacional, tem exibido os trabalhos de alguns dos artistas que mais se destacam na área, entre eles André Tentugal, Vasco Mendes, Paulo Furtado e Rodrigo Areias.


O 25º Curtas Vila do Conde, que decorre entre 8 e 16 de julho, tem o apoio do programa MEDIA/Europa Criativa, da Câmara Municipal de Vila do Conde, do Ministério da Cultura, do Instituto do Cinema e Audiovisual e de vários parceiros imprescindíveis à realização do festival.


Teatro Municipal de Vila do Conde:

ATLANTIC COAST ORCHESTRA 
8 JUL, 21:45 
Bilhetes: 10 euros 
Com Free Pass: gratuito
Bilheteira Online


CHASSOL

12 JUL, 23:59
Bilhetes: 10 euros
Com Free Pass: gratuito
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CAPITÃO FAUSTO

14 JUL, 23:59
Bilhetes: 14 euros
Com Free Pass: 50% de desconto
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MÃO MORTA

15 JUL, 23:59
Bilhetes: 14 euros 
Com Free Pass: 50% de desconto
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Auditório Municipal de Vila do Conde:

EVOLS
9 JUL, 23:30
Bilhetes: 5 euros
Com Free Pass: gratuito
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PEGA MONSTRO

10 JUL, 23:30
Bilhetes: 5 euros 
Com Free Pass: gratuito
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Curtas Vila do Conde assinala o 25º aniversário com programa especial

22 Maio 2017
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O Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema regressa entre 8 e 16 de julho para uma edição especial: a do 25º aniversário. Para assinalar a data, o festival vai apresentar um programa comemorativo e regressa ao Auditório Municipal de Vila do Conde, o local que viu nascer o evento em 1993.

Ao longo destes 25 anos, o Curtas Vila do Conde tem apresentado uma programação eclética exibindo as grandes tendências do cinema contemporâneo ao mesmo tempo em que procura ser um festival de vanguarda, apostando também na intersecção entre o cinema e as outras áreas artísticas. Em 2017, o festival prepara-se para apresentar uma edição comemorativa onde continuará a insistir em inventar o futuro ao mesmo tempo em que celebra um quarto de século de história.


Uma das iniciativas inseridas nas comemorações do 25º aniversário é o lançamento de um livro que reúne 25 textos de reflexão, memória e ficção inspirados na experiência dos seus autores no Curtas Vila do Conde. Os 25 textos são assinados por 25 personalidades ligadas a áreas como o cinema, a música, o jornalismo e a literatura: José Miguel Gaspar (jornalista); Marcos Cruz (jornalista), Pedro Marta Santos (escritor e jornalista); João Lopes (crítico de cinema); Valter Hugo Mãe (escritor); Manuela Azevedo (Clã); Eduardo Brito (argumentista, realizador e fotógrafo); Francisco Ferreira (crítico de cinema); Inês Meneses (jornalista); Inês Nadais (jornalista); Jorge Mourinha (jornalista); João Faria (designer); Ricardo Alexandre (jornalista); Rodrigo Affreixo (jornalista); Pedro Paixão (escritor); Sabrina Marques (crítica de cinema); Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta); Cláudia Marques Santos (jornalista); Miguel Gomes (realizador); Paulo Furtado (The Legendary Tigerman); Rui Poças (diretor de fotografia); Tiago Alves (jornalista); Daniel Ribas (crítico e programador de cinema); António Rodrigues (programador de cinema) e José Vieira Mendes (jornalista).


Não apenas visões históricas, estes textos são também confidências e memórias que se cruzam com a vivência dos seus autores em Vila do Conde enquanto convidados e participantes das edições passadas do festival. Algumas dessas recordações evocam o Auditório Municipal (na fotografia), o local que acolheu as primeiras 18 edições do Curtas Vila do Conde e onde o festival regressa, em 2017, com sessões especiais, concertos, performances e uma exposição fotográfica.


Em complemento ao lançamento do livro, os 25 autores da publicação foram convidados a escolher um filme, apresentado numa das edições anteriores do Curtas Vila do Conde, para uma extensa carta branca. Estas escolhas serão distribuídas em várias sessões de cinema que vão exibir obras de cineastas como Manoel de Oliveira, Federico Fellini, Jean-Luc Godard, Maya Deren, Artavazd Pelechian, Chris Marker, Hal Hartley, Miguel Gomes, Matthias Müller, Tim Burton, Man Ray, Gus Van Sant e João Pedro Rodrigues, ente outros.


A antecipar o festival, o Curtas Vila do Conde apresenta na Cinemateca Portuguesa, a 1 de julho, uma sessão especial com uma seleção dos filmes que integram esta carta branca.


O programa da 25ª edição do Curtas Vila do Conde, que será anunciado nas próximas semanas, voltará a ter como principal destaque as competições de curtas-metragens – Nacional, Internacional, Experimental, Curtinhas (filmes para jovens e crianças), Take One! (filmes de escola) e Vídeos Musicais –, uma seleção surpreendente de filmes recentes provenientes de diferentes países. Na secção In Focus, será exibida a filmografia de um cineasta consagrado em retrospetiva no festival. A programação arrojada voltará a apostar no cruzamento entre o cinema e a música através da secção Stereo, onde as imagens em movimento são reinterpretadas por bandas e músicos em espetáculos ao vivo. Na Solar – Galeria de Arte Cinemática, o cinema será colocado em contexto de galeria numa exposição coletiva que inaugura durante o festival. A pensar na formação de públicos, o Curtas Vila do Conde volta a promover um workshop intensivo de crítica de cinema e o Curtinhas, uma secção dedicada aos mais novos com filmes, ateliers e workshops. Continuarão também a marcar a semana do festival os debates com realizadores e com agentes do mercado audiovisual, proporcionando um espaço de partilha criativa. Também as habituais secções de Panorama – Português e Europeu – exibirão curtas-metragens de produção recente.


Durante nove dias em julho, o festival será um ponto de encontro entre realizadores, produtores, jornalistas, programadores, estudantes e uma audiência entusiástica, numa oportunidade para ver mais de 250 filmes de todo o mundo e de participar em encontros e debates sobre a indústria com cerca de 450 convidados e profissionais.


O 25º Curtas Vila do Conde tem o apoio do programa MEDIA/Europa Criativa, da Câmara Municipal de Vila do Conde, do Ministério da Cultura, do Instituto do Cinema e Audiovisual e de vários parceiros imprescindíveis à realização do festival.

Queres fazer parte do Júri Curtinhas?

2 Maio 2017
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Tens entre 7 e 13 anos? Gostas de cinema? Então temos um desafio para ti! 

Junta-te ao Júri Curtinhas do Curtas Vila do Conde e ajuda a escolher o melhor filme da competição infantil da 25ª edição do festival, que decorrerá entre 8 e 16 de julho. Na cerimónia de encerramento, poderás anunciar o filme vencedor e entregar o prémio Curtinhas MAR Shopping ao realizador premiado.

Os elementos deste júri tão especial, composto por 15 crianças, receberão um free-pass para as sessões infantis do 25º Curtas Vila do Conde e uma t-shirt Curtinhas.


Inscreve-te através do e-mail animar@curtas.pt

Sobre o Curtinhas....

O Curtinhas é um mini-festival dentro do Curtas Vila do Conde que junta pais e filhos na partilha de uma semana de cinema. Esta secção do festival, que arranca com um filme de animação para toda a família, é composta por uma competição de curtas-metragens, pelo Espaço Infantil Brincar ao Cinema e por oficinas e atividades lúdicas ligadas às imagens em movimento.


Com dezenas de filmes a concurso, a Competição Curtinhas apresenta uma seleção de obras de todo o mundo feitas a pensar no público juvenil. O filme vencedor será escolhido por um júri, composto por crianças dos 8 aos 12 anos, que entregará o Prémio Curtinhas MAR Shopping na Cerimónia de Encerramento do festival, a 16 de julho. 


Durante os nove dias do festival, o Espaço Infantil Brincar ao Cinema vai receber várias atividades para crianças dos 4 aos 12 anos, permitindo aos pais assistirem às sessões de cinema enquanto os filhos usufruem de um lugar de diversão e aprendizagem, sob a orientação de uma equipa de formadores. Este espaço terá um horário coincidente com o das sessões e uma programação permanente constituída por ateliers de curta duração, visionamento de filmes e a realização de outras atividades relacionadas com cinema. 

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