Filme de abertura do Curtinhas indicado aos Óscares

14 Janeiro 2016
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"A Ovelha Choné", da Aardman Animations, o filme que abriu a última edição do Curtinhas, a secção para crianças do Curtas Vila do Conde, concorre aos Óscares de 2016 na categoria de melhor animação. A lista dos nomeados foi anunciada hoje pela Academia de Artes e Ciências. 

Trailer: "A Glória de Fazer Cinema em Portugal"

12 Janeiro 2016
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"A Glória de Fazer Cinema em Portugal” estreou em julho no 23º Curtas Vila do Conde e resultou de uma encomenda da Curtas Metragens ao realizador Manuel Mozos. O filme tem como ponto de partida uma carta escrita por José Régio, em 1929, a Alberto Serpa onde o escritor manifestou a vontade de fundar uma produtora para começar a fazer cinema. Durante quase noventa anos, nada se soube sobre o desfecho deste pedido: nunca se encontrou qualquer resposta de Serpa à carta e Régio não terá voltado a mencionar o assunto. “A Glória de Fazer Cinema em Portugal” tenta desvendar o desfecho desta história.

A curta-metragem, que entretanto integrou o circuito internacional dos festivais de cinema tendo sido distinguida pelo júri do Doclisboa e premiada com uma menção honrosa no Festival Caminhos do Cinema Português, venceu recentemente o Prémio de Melhor Curta-Metragem no Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira. O filme prepara-se agora para integrar a competição internacional do mais importante festival de curtas-metragens, o Festival de Clermont-Ferrand.
 

O Dia Mais Curto - Balanço

28 Dezembro 2015
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6000 espectadores, 60 sessões e mais de 35 filmes em 24 cidades portuguesas são os números da 3ª edição em Portugal d’ O Dia Mais Curto, a grande festa da curta-metragem! O evento foi celebrado, em simultâneo, em dezenas de países em todo o mundo!

Pelo terceiro ano consecutivo, a Agência da Curta Metragem desenvolveu a edição portuguesa d’ O Dia Mais Curto, um evento mundial que, inspirado no solstício de inverno, a 21 de dezembro, celebra a curta-metragem levando o formato a todos os públicos e aos mais variados locais de projeção.

 

Em 2015, a iniciativa arrancou no inicio de dezembro – culminando no dia 21, o dia mais curto do ano, em pleno solstício de inverno – e contou com sessões em 24 cidades portuguesas: Abrantes, Albufeira, Almada, Barcelos, Braga, Cascais, Castro Verde, Coimbra, Faro, Funchal, Guimarães, Leiria, Lisboa, Maia, Matosinhos, Oeiras, Ponta Delgada, Ponte de Lima, Porto, Sardoal, Vila do Conde, Vila Nova de Famalicão, Vila Nova de Gaia e Viseu.

 

O evento levou cerca de 60 sessões, destinadas ao público e escolas, a um total de 6000 espetadores, sem contabilizar os três programas na televisão e as sessões que decorreram, durante todo o dia, nas carruagens e estações do Metro do Porto. Esta edição apresentou também mais de 35 filmes, de autores nacionais e internacionais, para adultos e crianças, através dos programas preparados pela Agência da Curta Metragem.

 

O Dia Mais Curto é a festa do cinema, um momento de descoberta que iluminou as telas do país!

 

Produções da Curtas Metragens no Festival de Roterdão

28 Dezembro 2015
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As produções da Curtas Metragens CRL, "A Glória de Fazer Cinema em Portugal" de Manuel Mozos e "Undisclosed Recipients" de Sandro Aguilar, vão ser apresentadas na 45ª edição do Festival Internacional de Cinema de Roterdão. 

Exposição fotográfica: 10 anos Solar

28 Dezembro 2015
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A Curtas Metragens CRL apresenta, a partir de 15 de janeiro, no Teatro Municipal de Vila do Conde, uma exposição fotográfica no âmbito do 10º aniversário da Solar - Galeria de Arte Cinemática. 

Um dos projetos mais singulares na divulgação de arte cinemática está baseado em Vila do Conde. 

Celebrando 10 anos de existência, a Solar - Galeria de Arte Cinemática apresenta várias exposições por ano, divulgando o trabalho de autores como Filipa César, Miguel Palma, João Louro, João Onofre, Carla Filipe, Alexandre Estrela, João Tabarra, e João Penalva, entre outros, e estrangeiros como Apichatpong Weerasethakul, Bill Morrison, Ben Rivers, Ben Russell, Nicolas Provost, Salla Tykka, Gustav Deutsch, Tsai Ming Liang e Graham Gussin. 

O espaço físico da galeria, bastante diferente dos comuns “white cubes” (o edifício datado do século XVIII assenta sobre as antigas fundações de um imóvel quinhentista) cedo se identificou como extraordinariamente vantajoso para a exploração de fórmulas de apresentação experimentais, em constante mutação.

O projeto Solar é da responsabilidade da Curtas Metragens CRL.

Dois filmes portugueses na Competição do Festival de Clermont-Ferrand

22 Dezembro 2015
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As curtas-metragens “A Glória de Fazer Cinema em Portugal”, de Manuel Mozos, e “O Guardador”, de Rodrigo Areias, vão integrar a competição internacional do maior e mais relevante festival de curtas-metragens europeu, o Clermont-Ferrand Short Film Festival, que terá lugar de 5 a 13 de fevereiro de 2016 em França. Os dois filmes, os únicos portugueses a concurso, foram selecionados entre as 7778 obras de todo o mundo inscritas no festival.

 

“A Glória de Fazer Cinema em Portugal” estreou em julho no 23º Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema e resultou de uma encomenda da Curtas Metragens ao realizador Manuel Mozos. O filme tem como ponto de partida uma carta escrita por José Régio, em 1929, a Alberto Serpa onde o escritor manifestou a vontade de fundar uma produtora para começar a fazer cinema. Durante quase noventa anos, nada se soube sobre o desfecho deste pedido: nunca se encontrou qualquer resposta de Serpa à carta e Régio não terá voltado a mencionar o assunto. “A Glória de Fazer Cinema em Portugal” tenta desvendar o desfecho desta história. A curta-metragem, que entretanto integrou o circuito internacional dos festivais de cinema tendo sido distinguida pelo Júri do Doclisboa e premiada com uma menção honrosa no Festival Caminhos do Cinema Português, venceu, este mês, o Prémio de Melhor Curta-Metragem no Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira.


Por sua vez, a curta-metragem “O Guardador”, de Rodrigo Areias, surgiu a partir de um convite feito pela Universidade da Beira Interior ao realizador para lecionar um workshop, integrando os alunos na construção da narrativa do filme. A obra marca o regresso de Rodrigo Areias à Serra da Estrela, depois de “Estrada de Palha”, num processo que, com escassos recursos, envolveu apenas uma atriz local, 30 estudantes e uma câmara de bolso. A curta inspira-se em quatro livros - “Constantino Guardador de Vacas e de Sonhos” de Alves Redol; “O Guardador de Rebanhos” do heterónimo de Fernando Pessoa, Alberto Caeiro; “O Capital de Karl Marx” e a “Lã e a Neve” de Ferreira de Castro. “O Guardador” é sobretudo um filme acerca do valor do trabalho, a solidão e a incomunicabilidade, sobre um homem que tem de trabalhar de dia de noite, como pastor e no Museu da Lã, para sobreviver a comer uma sopa no restaurante do Senhor Ministro.


À semelhança dos últimos anos, a Agência da Curta Metragem voltará a marcar presença no Festival, onde participa desde 1999 assegurando a promoção das obras nacionais. A mediatização do evento e a presença de cerca de 3300 profissionais do cinema de todo o mundo fazem deste mercado um espaço de extrema importância na divulgação do cinema português.

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