“Historia de Un Oso” vence Óscar

29 Fevereiro 2016
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“Historia de Un Oso”, do realizador chileno Gabriel Osorio Vargas, venceu ontem o Óscar para Melhor Curta Metragem de Animação. O filme foi exibido no Curtas Vila do Conde em 2015 na secção Curtinhas, dedicada aos mais novos.

 

Entre os premiados da 88ª edição dos Prémios da Academia que já passaram pelo Curtas Vila do Conde estão ainda Asif Kapadia e Pete Docter. O primeiro, vencedor do Óscar Para Melhor Longa Documental com “Amy”, esteve em Vila do Conde em 1998 para apresentar o filme “The Sheep Thief”. Já Pete Docter, vencedor do Óscar de Melhor Longa de Animação com "Inside Out", exibiu a curta "Mike's New Car" no Curtas Vila do Conde em 2004.

 

A cerimónia de entrega de prémios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, uma das mais mediáticas do mundo, teve lugar este domingo, 28 de fevereiro, em Los Angeles.

 

Nomeado do Curtas Vila do Conde aos Prémios Europeus de Cinema

29 Setembro 2015
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A Academia Europeia de Cinema divulgou a lista das 15 curtas-metragens nomeadas aos Prémios Europeus de Cinema (European Film Awards) que terão lugar a 12 de dezembro em Berlim. 


 Uma vez mais, o vencedor do "Vila do Conde Short Film Nominee For The European Film Awards" do Curtas Vila do Conde concorre na categoria de Melhor Curta Metragem Europeia. Este ano, o escolhido foi “Kung Fury”, de David Sandberg.

A nomeação das curtas em competição é feita em associação com vários festivais europeus de cinema, entre eles o de Veneza, Roterdão, Clermont-Ferrand, Berlin, Tampere e Cracóvia.

A lista completa dos nomeados está disponível no site da Academia

Balanço 23º Curtas Vila do Conde

5 Agosto 2015
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No domingo, 12 de julho, terminou mais uma edição do Curtas Vila do Conde. Foi uma edição como todas as outras: um ambiente festivo, acolhedor, que juntou uma comunidade cinéfila, com uma audiência interessada e diversos profissionais do cinema, entre eles, realizadores, atores, produtores, imprensa e programadores. Mas foi também uma edição muito diferente: a avassaladora presença de cinco extraordinários filmes-concerto e um fim-de-semana dedicado àquele que será, muito provavelmente, um dos grandes cineastas da história do cinema português: Miguel Gomes.

Os nove dias da 23º edição mostraram, assim, porque o Curtas Vila do Conde é especial entre todos os outros festivais de cinema portugueses, incluindo várias salas esgotadas e, sobretudo, uma programação eclética e de excelência. Foram mais de vinte mil espectadores, que assistiram a 84 sessões, 5 concertos, 3 debates e 8 encontros com realizadores. Durante os nove dias do festival foram projetados 222 filmes, entre curtas e longas-metragens.

 

O primeiro fim-de-semana do festival mostrou o novo filme de Miguel Gomes, “As Mil e Uma Noites”, divido nos seus três volumes. Gomes é um dos autores mais queridos do Curtas Vila do Conde, onde mostrou quase todas as suas curtas-metragens e onde foi várias vezes premiado. As três sessões esgotaram e na sua apresentação estiveram presentes, para além do realizador e do produtor Luís Urbano, diversos atores e técnicos do filme. Foi uma verdadeira festa em família e o Teatro Municipal está ávido por ver aquele que era considerado um dos filmes do ano. Estes primeiros dias foram também palco para dois filmes-concerto: um de Frankie Chavez e outro de Garcia da Selva com Norberto Lobo. Por outro lado, a Ovelha Choné voltou a Vila do Conde e também encheu uma sala cheia de miúdos e graúdos.

 

A semana decorreu centrada nas suas diferentes competições: internacional, nacional, experimental e Take One!. Tanto nesta competição de escolas como na principal competição portuguesa, as sessões foram sempre apresentadas pelos autores dos filmes. Para além disso, todos os dias, depois da exibição da sessão no dia anterior, os realizadores portugueses debateram com o público do festival, no Lounge Curtas no Teatro Municipal. Aliás, este ano também se organizaram debates com autores da competição internacional e experimental, possibilitando uma discussão alargada com os convidados internacionais do festival.

 

Entretanto, na Solar – Galeria de Arte Cinemática e no Teatro, decorreu também uma retrospetiva da dupla Ben Rivers e Ben Russell. Na Solar, os dois artistas montaram uma exposição que combinava obras individuais e coletivas, explorando as potencialidades de espaço da galeria. No Teatro, conversaram com o público e mostraram alguns dos seus trabalhos mais significativos. Outra retrospetiva foi dedicada ao cineasta francês Quentin Dupieux, mostrando a sua principal filmografia de longa-metragem, incluindo o seu mais recente filme, “Réalité”. No festival, esteve o produtor de Dupieux, Grégory Bernard, e também foi avistado Robert, o pneu protagonista de “Rubber”, um dos filmes mais icónicos do realizador.


O final da semana e do festival trouxe, de novo, os filmes-concerto. Primeiro com duas bandas portuguesas: Bruno Pernadas Quinteto e You Can’t Win, Charlie Brown, com dois filmes-concerto de excelência. Mas, sobretudo, com a atuação dos Lambchop que, para além de um concerto tradicional, tocaram ao vivo para um filme de Bill Morrison, produzido pela Curtas e com excertos de filmes colecionados na Cinemateca Portuguesa. No último dia, também se conheceram os premiados. Pela terceira vez na história do festival, o Grande Prémio foi atribuído a um filme português: “Mined Soil”, de Filipa César.

 

O Curtas Vila do Conde é talvez o melhor festival de verão: tem cinema e música; tem praia; tem um excelente ambiente cultural e cinéfilo; e é, sobretudo, um ponto de encontro para todos aqueles que acreditam, ainda, que participar num festival como este é abrir-se ao novo, ao diferente, e ao futuro do cinema.

Parceiros do 23.º Curtas Vila do Conde

28 Julho 2015
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A 23ª edição do Curtas Vila do Conde decorreu entre 4 e 12 de julho. Foi uma edição como todas as outras: um ambiente festivo e acolhedor que juntou uma comunidade cinéfila, com uma audiência interessada e dezenas de profissionais do cinema. Mas também foi, com certeza, uma edição muito diferente com cinco extraordinários filmes-concerto e um fim-de-semana dedicado àquele que será, muito provavelmente, um dos grandes cineastas portugueses: Miguel Gomes.

Os nove dias da 23º edição mostraram, assim, porque o Curtas Vila do Conde é especial entre todos os outros festivais de cinema portugueses, incluindo várias salas esgotadas e, sobretudo, uma programação eclética e de excelência. O apoio dos vários parceiros do festival foi imprescindível para o sucesso de mais uma edição.

A conhecida marca de Whiskey Irlandesa Jameson voltou a associar-se ao Curtas Vila do Conde como patrocinadora do Melhor Filme da Competição Internacional atribuindo o Grande Prémio “Jameson”, no valor de 2000 euros, à portuguesa Filipa César por “Mined Soil”. Esta foi a terceira vez, na história do Festival, em que o grande prémio do Curtas Vila do Conde foi atribuído a um filme português.

 

Também na competição Internacional, a Niepoort premiou “Kung Fury”, de David Sandberg, com o Prémio do Público “Nieeport”, no valor de 1000 euros atribuído ao filme mais votado pelos espetadores. Esta última curta-metragem foi ainda a nomeada do Curtas Vila do Conde aos EFA – European Film Awards.

 

Pelo quarto ano consecutivo, o MAR Shopping voltou a ser o patrocinador exclusivo do Curtinhas, a secção do festival dedicada aos mais novos. O júri da competição, composto por crianças, atribuiu o prémio MAR Shopping, no valor de 1000 euros, a “The Present”, de Jacob Frey.

 

Na competição Nacional, João Rosas venceu os prémios de melhor filme  BPI, no valor de 2.000 euros, e Pixel Bunker, com 2.500 euros em serviços, com “Maria do Mar”, uma história sobre a adolescência.

 

O prémio do Público “SPA – Sociedade Portuguesa de Autores” foi atribuído à animação “Amélia & Duarte” de Alice Eça Guimarães e Mónica Santos. Já Margarida Lucas foi considerada a melhor realizadora portuguesa com a curta-metragem “Rampa” premiada pela DigiMaster com 3.000 euros em serviços.

 

A competição Take One!, que mostra os melhores vídeos de escola, foi vencida por Joana de Sousa com a curta-metragem “Bétail”. A realizadora foi premiada com: Prémio Smiling, no valor de 1.500 euros em serviços de aluguer de equipamento patrocinado pela Smiling / Nova Imagem; o Prémio Instituto Português do Desporto e da Juventude, no valor de 600 euros; o Prémio Restart, correspondente a um vale em formação e/ou utilização em meios de produção e pós-produção com equipamento ou espaços técnicos no valor de 500 euros na Restart – Escola de Criatividade e Novas Tecnologias. O filme foi ainda agenciado pela Agência da Curta Metragem, que garantirá a inscrição do mesmo e os respetivos custos num circuito internacional de festivais de cinema.

 

O STEREO, a secção do Festival dedicada à interseção entre o cinema e a música, contou com o apoio imprescindível da FNAC. Os norte-americanos Lambchop e os portugueses Frankie Chavez; You Can’t Win, Charlie Brown; Bruno Pernadas Quinteto; e Garcia da Selva com Norberto Lobo foram os artistas que passaram pelo palco do Festival. A FNAC patrocinou ainda o prémio de Melhor Vídeo Musical no valor de 750 euros, atribuído a André Tentugal por “Moving Up” dos X-Wife.

 

Este ano, o Curtas Vila do Conde desenvolveu ainda duas parcerias de aquisição: Canal + Espanha, o Prémio de Aquisição de um filme exibido no Festival atribuído a “Amélia & Duarte”. A TV Cine & Séries adquiriu cinco filmes das várias competições: “Rosa”, de Francisco Neffe, “Swallows”, de Sofia Bost, “Becoming Anita Ekberg”, de Mark Rappaport, “Ramona”, de Andrei Cretulescu e “Un Elephant Me Regarde”, de Frank Beauvais.

 

À semelhança da edição anterior, os realizadores premiados no Festival foram galardoados com troféus impressos em 3D pela BeeveryCreative .

 

Uma das novidades desta edição foi a aplicação para dispositivos móveis criada pela Appylab. O Curtas Vila do Conde agradece ainda à Embaixada da Áustria, Instituto Cultural Romeno, Ancine, Embaixada de Espanha, Goethe Institut e Programa para la Internacionalización de la Cultura Espanhola pelo apoio na deslocação dos realizadores até Vila do Conde.


Através de protocolos com o Festival, alguns alunos da ESMAE – Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, do IPP – Instituto Politécnico do Porto, da Universidade Católica do Porto ,da Universidade Fernando Pessoa e da Escola Secundária José Régio de Vila do Conde tiveram a oportunidade de viver de perto a experiência do Curtas Vila do Conde aplicando os conhecimentos lecionados durante o ano letivo.


O Curtas Vila do Conde agradece ainda o apoio da Salvador Caetano/Toyota, Dolce Gusto, Cartão Jovem, Junta de Freguesia de Vila do Conde, VCoutinho, UPS, Cision, Festival Scoope, Ach Brito, da ANA Aeroportos e dos vários órgãos de comunicação social que colaboraram na divulgação do Festival.

 

O Curtas Vila do Conde conta com o alto patrocínio da Câmara Municipal de Vila do Conde, do Secretário de Estado da Cultura, do Instituto do Cinema e Audiovisual e do programa MEDIA/Europa Criativa.

 

 

 

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