Três novas curtas portuguesas nos cinemas

12 Setembro 2017
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No dia 14 de setembro a Midas Filmes estreia nos cinemas portugueses três curtas-metragens que já passaram pelo Curtas Vila do Conde - Festival Internacional de Cinema: "Farpões Baldios" de Marta Mateus (Grande Prémio Competição Internacional 2017), "Coelho Mau" de Carlos Conceição e "Cidade Pequena" de Diogo Costa Amarante.

“Cidade Pequena”, de Diogo Costa Amarante, co-produzido pela Curtas Metragens CRL, venceu este ano o prémio de melhor curta-metragem do Festival de Berlim, com o júri a elogiar-lhe os enquadramentos que “lembram a atenção ao detalhe presente nos quadros do Renascimento italiano”. Diogo Costa Amarante, que prepara atualmente a primeira longa-metragem, foi realizador, coprodutor, argumentista, diretor de fotografia, de montagem e corresponsável pelo som de “Cidade Pequena”. O filme é protagonizado por Frederico Costa Amarante Barreto e Mara Costa Amarante.


O programa de curtas-metragens a estrear-se em setembro integra também dois filmes que tiveram este ano estreia mundial em Cannes: “Coelho Mau”, ficção de Carlos Conceição sobre a relação entre dois irmãos, e “Farpões baldios”, primeira obra de Marta Mateus, que reflete sobre ruralidade e trabalho.


Ambos foram ainda exibidos em julho no Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema, onde Marta Mateus recebeu o Grande Prémio da Competição Internacional.

Parceiros do 25º Curtas Vila do Conde

24 Julho 2017
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O 25º Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema contou com o apoio da Câmara Municipal de Vila do Conde, do Ministério da Cultura, do Instituto do Cinema e Audiovisual, do programa MEDIA/Europa Criativa e de vários parceiros imprescindíveis à realização do festival.

 

A FNAC voltou a ser um parceiro fundamental do Curtas Vila do Conde, apoiando várias atividades do festival.

 

Pelo segundo ano consecutivo, a DCN Beers foi o patrocinador do principal prémio do festival: o prémio da Competição Internacional, no valor de 2.000 euros, entregue a Marta Mateus pelo filme “Farpões Baldios”. A marca, que coleciona um portfólio de cervejas importadas de referência, deu também a conhecer ao público do Curtas a histórica cerveja alemã Bitburger.

 

Ainda na Competição Internacional, a Niepoort voltou a emprestar o nome ao Prémio do Público, no valor de 1.000 euros, atribuído a “Retouch” do iraniano Karveh Mazaheri. A empresa voltou a associar-se também aos Encontros com os Realizadores -  à semelhança do IPDJ - uma série de conversas abertas onde os realizadores com filmes em competição falam acerca das suas obras. No contexto da celebração dos 25 anos do Curtas Vila do Conde e dos 175 anos da Niepoort, os realizadores David Doutel e Vasco Sá foram convidados a desenvolver um rótulo alusivo ao cinema e ao festival para uma edição especial dos vinhos Niepoort.

 

O Grupo Jorge Oculista associou-se, pela primeira vez, ao Curtas Vila do Conde como patrocinador do Prémio da Competição Experimental, no valor de 750 euros, atribuído, pelo segundo ano consecutivo, a Rosa Barba pela curta-metragem “From Source To Poem”.

 

“Où En Êtes-Vous, João Pedro Rodrigues?”, de João Pedro Rodrigues, foi eleito o Melhor Filme da Competição Nacional com o Prémio BPI, no valor de 2.000 euros, e Prémio Pixel Bunker, no valor de 2.500 euros em serviços. A Sociedade Portuguesa de Autores premiou o melhor filme português eleito pelos espetadores: “Surpresa” de Paulo Patrício. Gabriel Abrantes voltou a ser eleito o Melhor Realizador, recebendo o prémio BLIT, no valor de 2.000 euros em serviços.

 

A competição Take One!, dedicada a filmes de escola e que, em anos anteriores, premiou os primeiros filmes de cineastas como João Salaviza e Leonor Teles, distinguiu dois filmes. “De Gente se Fez História”, o documentário sobre as Caxinas de Inês Pinto Vila Cova, foi eleito o melhor filme da competição, arrecadando o Prémio IPDJ, patrocinado pelo Instituto Português do Desporto e da Juventude; o Prémio Smiling, correspondente a 1500 euros em serviços de aluguer de equipamento; o Prémio Agência da Curta Metragem, garantindo o agenciamento do filme a sua inscrição num circuito internacional de festivais de cinema; e o Prémio Restart, que ofereceu um vale em formação na Restart – Instituto de Criatividade, Artes e Novas Tecnologias. “Delphine Aprisionada” de Ricardo Pinto de Magalhães recebeu o Prémio Kino Sound Studio para melhor realizador do Take One!, no valor de 4.000 euros em serviços de pós-produção.

 

O MAR Shopping, pelo sexto ano consecutivo, foi o patrocinador exclusivo da secção Curtinhas, um mini-festival dentro do Curtas Vila do Conde dedicado aos mais novos com uma competição de filmes, ateliers e um espaço infantil. O Prémio Curtinhas MAR Shopping foi entregue a “Revolting Rhymes, Part One” de Jakob Schuh pelo júri curtinhas, um grupo de crianças entre os 7 e os 13 anos.

 

Uma vez mais, Vila do Conde voltou a ser um dos festivais associados aos European Film Awards, organizados pela European Film Academy, com a nomeação da curta “Los Desheredados” da espanhola Laura Ferrés.

 

À semelhança das edições anteriores, os realizadores premiados no Festival foram galardoados com troféus impressos em 3D pela BeeveryCreative

A TV Cine & Séries voltou a ser parceiro do festival, através da aquisição de uma seleção de filmes exibidos nas competições do Curtas Vila do Conde.


A Ancine, o Institut Français, o Goethe Institut, o Instituto Cultural Romeno e a Embaixada da Suécia em Lisboa foram igualmente importantes no apoio à deslocação dos convidados. A ACE - Accion Cultural Española permitiu a maior presença espanhola de sempre no festival, apoiando as viagens dos realizadores Velasco Broca, Lois Patiño, Helena Girón, Samuel Delgado e de vários jornalistas de meios de comunicação espanhóis.

 

A festa dos 25 anos do Curtas Vila do Conde contou com o apoio do Forte S. João, espaço que recebeu um concerto dos Sensible Soccers e um dj set de Os 7 Magníficos. Durante a semana, o festival promoveu festas em outros espaços da cidade: Cacau Café-Bar, Café do Parque e Barcearia 1º Piso.

 

No contexto do 25º aniversário do festival, o Curtas Vila do Conde convidou um conjunto de artistas a realizarem duas intervenções na cidade, com o apoio da Argatintas. O resultado foram dois murais, um com pinturas de Júlio Dolbeth e Rui Vitorino Santos alusivas a vários clássicos do cinema, e um outro dos alunos da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, Vasco Rei Lima, Francisco Pereira e Leo Domingos.

 

As t-shirts do Curtas Vila do Conde, disponíveis em vários tamanhos, foram produzidas pela Brindes & Companhia.

 

O Curtas Vila do Conde agradece ainda o apoio da Salvador Caetano/Toyota, Cartão Jovem, Junta de Freguesia de Vila do Conde, iColors, O Forninho, o Hotel Santana, VCoutinho, UPS, Cision, Personal Travel, Jameson, Cinemateca Portuguesa, Leitaria Quinta do Paço, Festival Scoope, Ach Brito, da ANA Aeroportos, da ESMAD e dos vários órgãos de comunicação social que colaboraram na divulgação do Festival.

"Curtas Vila do Conde: 25 Anos, 25 Histórias"

21 Julho 2017
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O livro comemorativo “Curtas Vila do Conde: 25 anos, 25 histórias” é composto por 25 textos escritos por diversas personalidades (críticos de cinema, músicos, realizadores, escritores, etc.) que passaram por Vila do Conde nos últimos 24 anos.

Estes textos revelam a pequena história do Curtas, aquela que foi contada apenas aos ouvidos de alguns. São memórias de muitos episódios de quem esteve por dentro do festival. Participam no livro: José Miguel Gaspar (jornalista); Marcos Cruz (jornalista), Pedro Marta Santos (escritor e jornalista); João Lopes (crítico de cinema); Valter Hugo Mãe (escritor); Manuela Azevedo (Clã); Eduardo Brito (argumentista, realizador e fotó- grafo); Francisco Ferreira (crítico de cinema); Inês Meneses (jornalista); Inês Nadais (jornalista); Jor- ge Mourinha (jornalista); João Faria (designer); Ricardo Alexandre (jornalista); Rodrigo Affreixo (jornalista); Pedro Paixão (escritor); Sabrina D. Marques (crítica de cinema); Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta); Cláudia Marques Santos (jornalista); Miguel Gomes (realizador); Paulo Furtado (The Legendary Tigerman); Rui Poças (diretor de fotografia); Tiago Alves (jornalista); Daniel Ribas (crítico e programador de cinema); Antonio Rodrigues (programador de cinema) e José Vieira Mendes (jornalista). O livro também inclui um texto-memória a partir de entrevistas com os atuais e ex-diretores do Curtas, escrito por Sérgio C. Andrade.

Os textos do livro são confidências e memórias que se cruzam com a vivência dos seus autores em Vila do Conde enquanto convidados e participantes das edições passadas do festival.

O livro "Curtas Vila do Conde: 25 Anos, 25 Histórias" custa 15 euros e está à venda na Loja das Curtas, disponível online e na Solar - Galeria de Arte Cinemática. 

Exposição fotográfica "A Glória de Fazer Cinema em Portugal" patente no Auditório Municipal de Vila do Conde até 29 de julho

21 Julho 2017
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Inaugurada durante o Curtas Vila do Conde - Festival Internacional de Cinema, a exposição fotográfica "A Glória de Fazer Cinema em Portugal" permanece patente no Auditório Municipal de Vila do Conde até 29 de julho. Esta exposição, inserida nas comemorações do 25º aniversário do Curtas Vila do Conde, é uma homanenagem aos realizadores e profissionais da sétima arte que passaram, nos últimos anos, pelo festival. 

Frase assertiva e programática, o título desta exposição conta-se assim: a 18 de setembro de 1929, José Régio escreve de Vila do Conde ao seu amigo Alberto de Serpa, dando-lhe conta que fundou, com Branquinho da Fonseca, João Gaspar Simões, Edmundo de Bettencourt, José Oliveira Neves, Fausto José e Alves Machado, o grupo Ultra, “resolvido firmemente a criar o cinema português”. Nessa mesma missiva, Régio diz saber de um amigo de Serpa que tem uma câmara de filmar. Palavras do escritor: “esse teu amigo seria capaz de alugar, ou emprestar, a sua máquina ao grupo? Teríamos (contigo conto sempre) a glória de fazer cinema em Portugal”. Quase noventa anos depois, e criado que está – ou que se esforça por estar – aquilo a que chamamos de cinema português, é tempo desta proposição (que foi também título de uma curta de Manuel Mozos, produzida pela Curtas Metragens CRL em 2015) dar nome a um conjunto de imagens de pessoas que, da representação à técnica, da realização à crítica, ajudaram e ajudam a fazer o cinema em Portugal e que, nos últimos vinte e cinco anos, passaram pelo Curtas. Não se trata, portanto, de uma glória ecuménica ou mesmo até (e porque não dizê-lo) cinematográfica. Apenas uma vénia, um regresso a uma vontade expressa pelo escritor José Régio – um querer fazer que nos une a todos no cinema, pelo cinema.

Um especial agradecimento a todos os fotográfos, entre outros, que ao longo destes 25 anos fizeram o registo destas imagens:
Ana Pereira, António Hilário, António Maia, Cesário Alves, Gil Ramos, Humberto Almendra, João Brites, José Felix, JP Martins, Margarida Ribeiro, Nélson Garrido, Nelson Sousa, Nuno Tudela, Ruben Vieira, Rui Pinheiro, Rui Xavier.

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