Filmes da Animar premiados em Viana do Castelo

12 Maio 2016
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Os filmes "Remédio Marinho" e "Os Bravos do Mindelo", realizados em oficinas da Animar, foram premiados no Festival de Cinema de Vídeo Escolar -AÇÃO002! integrado nos XVI Encontros de Cinema de Viana do Castelo. 

"Remédio Marinho", realizado pelos alunos do 4ª ano da escola básica de Areia-Árvore sob a orientação da realizadora Alice Eça Guimarães, venceu o prémio de Melhor Filme de Animação do 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico. O filme é baseado no livro “ O beijo da palavrinha” de Mia Couto, construído a partir das ideias, desenhos e animações da turma. Conta a história de Maria Poeirinha, uma menina que está doente e precisa de ver o mar. Só a força da palavra, trazida pelo seu irmão, a pode ajudar…

Já "Os Bravos do Mindelo", realizado com alunos do Curso Vocacional de Expressões, Fotografia, Cinema de Animação e Vídeo da Escola EB 2, 3 D. Pedro IV - Mindelo de Vila do Conde, venceu o prémio Ação002! para o Melhor Filme de Animação do Ensino Secundário. A curta-metragem é um relato na primeira pessoa das vidas destes alunos que são bastante diferentes das vidas dos jovens da sua idade.

Também os filmes “Aconteceu entre Retorta e Tougues”, “Kinesis” e “Mar à Vila” , realizados no âmbito do mesmo projeto, integram a competição do festival. 

Criada pela mesma equipa que organiza o Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema, a Animar desenvolve anualmente várias atividades em torno do cinema de animação destinadas a públicos de todas as idades, com destaque para a comunidade escolar da região. Neste momento, está a decorrer a 11ª edição que tem como atividade central a exposição na Solar – Galeria de Arte Cinemática, aberta ao público todos os dias entre as 14:00 e as 18:00. Até junho, decorrem nas escolas os ateliês de animação orientados por formadores convidados, ateliês de iniciação de cinema na sala de aula, visitas guiadas à exposição na Solar – Galeria de Arte Cinemática, sessões de cinema no Teatro Municipal de Vila do Conde e apresentações e mostras “Antes do Filme”. A festa de encerramento da Animar 11, aberta ao público em geral, terá lugar a 5 de junho, no Teatro Municipal de Vila do Conde. 

Curta de Lois Patiño premiada em São Francisco

10 Maio 2016
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“Noite Sem Distância”, de Lois Patiño, foi galardoada com o prémio para Melhor Curta-Metragem no 59º Festival Internacional de Cinema de São Francisco, que decorreu entre 21 de abril e 5 de maio nos EUA. O filme, rodado na fronteira entre Portugal e Espanha, é uma produção do Curtas Vila do Conde e integra o catálogo de filmes da Agência da Curta Metragem. 

“Noite Sem Distância” integrou a Competição Golden Gate Awards para curtas-metragens narrativas. Sobre a competição, o júri, composto pela programadora do festival Laura Thielen; pela Vice-Presidente de Aquisição de Filmes da Fandor, Amanda Salazar; e pelo jornalista e produtor Santhosh Daniel; considerou que “estas representações bem construídas conectaram-nos com o mundo e a nossa própria humanidade de uma forma inesperada”.

 

Organizado pela San Francisco Film Society, o San Francisco Film Festival é o mais antigo festival de cinema das Américas.

 

Produzido pela Curtas Metragens CRL no âmbito do projeto Campus, envolvendo uma equipa de estudantes de cinema e multimédia, “Noite Sem Distância” teve estreia em julho de 2015 no 23º Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema. Desde então, a curta-metragem integrou o circuito dos festivais internacionais de cinema, entre os quais os Festivais de Locarno, Toronto, Nova Iorque e Hong Kong.

 

O filme foca-se na fronteira entre Portugal e Galiza, desenvolvendo as histórias que habitam esses espaços, nomeadamente o papel do contrabando no desenvolvimento dos dois países.

 

“Decidi representar uma cena de contrabando na Serra do Gerês em estradas que os contrabandistas realmente usaram. E as pessoas da região participariam enquanto atores, muitos deles foram, inclusivamente, contrabandistas na juventude”, explica o galego Lois Patiño.

 

Nomeados para os prémios Sophia

8 Abril 2016
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A Academia Portuguesa de Cinema anunciou na passada quinta-feira, 7 de abril, os nomeados aos Prémios Sophia 2016. Da lista constam várias obras do catálogo de filmes da Agência da Curta Metragem, algumas delas passaram também pelo Curtas Vila do Conde.


Na categoria de Melhor Curta-Metragem de Animação concorrem Amélia & Duarte e Mónica Santos e Alice Guimarães; “Nossa Senhora da Apresentação” de Abi Feijó, Alice Guimarães, Daniela Duarte e Laura Gonçalves; “Vigil” de Rita Cruchinho Neves e “O Campo à Beira Mar” de André Ruivo. “A Torre” de Salomé Lamas está selecionada para a categoria de Melhor Documentário em Curta-Metragem. A concorrer para o Prémio de Melhor Curta-Metragem de Ficção estão “A Rampa” de Margarida Lucas e “A Glória de Fazer Cinema em Portugal” de Manuel Mozos.


Os vencedores serão conhecidos no dia 13 de Maio, no Centro Cultural de Belém. Organizados pela Academia Portuguesa de Cinema desde 2012, os Prémios Sophia distinguem os profissionais do cinema pelos seus próprios pares. 

Filme-concerto de Lambchop inspira nova curta de Bill Morrison

4 Abril 2016
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O projeto inédito de filme-concerto do Curtas Vila do Conde 2015, “The Dockworker’s Dream”, com imagens de Bill Morrison e música original da banda norte-americana Lambchop, deu origem a um novo filme. “The Dockworker’s Dream” é uma co-produção da Curtas com a norte-americana Hipnotic Pictures.

No Curtas Vila do Conde, Kurt Wagner e companheiros tocaram música ao vivo para um filme de Bill Morrison. Os dois artistas encontraram-se pela primeira vez em janeiro de 2014 aquando o Curtas propôs este projeto inédito. Morrison, entretanto, desenvolveu um filme, especialmente produzido pela Curtas Metragens CRL, a partir de material de arquivo da Cinemateca Portuguesa. Seguindo o seu modelo de resgatar imagens em movimento do arquivo, o cineasta junta diversos excertos de filmes do período mudo do cinema português, fazendo um fresco sobre Portugal de inícios do século XX, da relação com o rio e o mar e da sua tímida revolução industrial. Juntando inclusivé excertos degradados, o trabalho de Morrison é a de um arqueólogo das imagens, tal como já tinha sido evidenciado no seu trabalho anterior, motivo de retrospetiva no Curtas 2013.   

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