Curtas Vila do Conde na Filmoteca de Galicia

7 Junho 2017
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A CGAI - Filmoteca de Galicia dedica, nos próximos dias 8 e 9 de junho, uma sessão ao Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema com filmes exibidos anteriormente no festival: Amélia & Duarte de Mónica Santos e Alice Guimarães; "Penúmbria" de Eduardo Brito; "Maria do Mar" de João Rosas; "À Noite Fazem-se Amigos" de Rita Barbosa; "A Brief History of Princess X" de Gabriel Abrantes; "Chatear-me-ia Morrer Tão Joveeeeem" de Filipe Abraches; "Noite Sem Distância" de Lois Patiño; "Estilhaços" de José Miguel Ribeiro e "Cidade Pequena" de Diogo Costa Amarante. 

Cinema Trindade dedica sessão a Diogo Costa Amarante

6 Junho 2017
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O Cinema Trindade dedica, no próximo sábado, 10 de junho, uma sessão ao realizador Diogo Costa Amarante, vencedor do Urso de Ouro para Melhor Curta- Metragem na Berlinale 2017. A sessão de cinema, com inicio às 17:30 e seguida de uma conversa com o realizador, vai exibir “Cidade Pequena”, o filme premiado em Berlim, e “As Rosas Brancas”.

Esta sessão apresenta, pela primeira vez no Porto depois da estreia no Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema, o filme “Cidade Pequena”, premiado com o Urso de Ouro para Melhor Curta-Metragem na última edição da Berlinale e Melhor realizador no Festival de cinema experimental de Bucareste. Protagonizado pela irmã e pelo sobrinho do próprio cineasta, “Cidade Pequena” parte de um episódio verídico no qual Frederico descobre na escola que as pessoas têm cabeça, tronco e membros e que se o coração para elas morrem. A ficção, co-produzida pela Curtas Metragens CRL, é uma reflexão acerca da tomada de consciência da morte, do tempo e da transitoriedade da vida. A propósito do prémio no Festival de Berlim, o júri, composto pelo artista alemão Christian Jankowski, pela curadora norte-americana Kimberly Drew e pelo programador chileno Carlos Núñez, destacou os enquadramentos do filme que “lembram a atenção ao detalhe presente nos quadros do Renascimento italiano”.


“As Rosas Brancas”, a curta-metragem anterior – que também integrou a competição da Berlinale, na edição de 2014 – tem como premissa as mesmas questões. É um conto sobre como uma família tenta lidar com a ausência da matriarca trocando papéis em busca de consolo.


Diogo Costa Amarante nasceu em Portugal onde inicialmente se licenciou em Direito. Em Barcelona, estudou Cinema Documentário e Cinematografia realizando o seu primeiro filme que, entre outros prémios, recebeu o de melhor documentário espanhol no Festival Internacional de Cinema Documentário de Madrid. Em 2009, participou no Talent Campus do Festival de Berlim e realizou o segundo filme “Em Janeiro, talvez” (2009), que recebeu igualmente o prémio de melhor documentário espanhol no Documentamadrid09, bem como uma menção especial no SalinaDocFest 09 / Itália. “As Rosas Brancas” (2014), foi o filme pré-tese do MFA em realização e produção cinematográfica que Diogo Costa Amarante concluiu na New York University / Tisch School of the Arts como bolseiro Fulbright. Este filme estreou na 64ª edição do Festival Internacional de Berlim como candidato ao Urso de Ouro de Melhor Curta-Metragem Internacional. Circulou por vários festivais internacionais e acabou por ser premiado no Festival Européen du Film Court de Brest/ França. “Cidade Pequena”(2016) é o filme com o qual Diogo Costa Amarante concluiu o seu MFA.

Nova produção da Curtas Metragens CRL estreia no 14º IndieLisboa

5 Abril 2017
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A curta-metragem “Semente Exterminadora”, de Pedro Neves Marques, a mais recente produção da Curtas Metragens CRL, vai ser apresentada em estreia mundial na 14ª edição do IndieLisboa – Festival de Cinema Independente, que decorre entre 3 e 14 de maio.


A ficção de 26 minutos acompanha um trabalhador de uma plataforma petrolífera evacuado para o Rio de Janeiro após um derrame que contamina a costa brasileira.


Um derrame de petróleo contamina a costa brasileira. Capivara, trabalhador numa plataforma petrolífera, é evacuado para o Rio de Janeiro, onde a população permanece ignorante do desastre que se aproxima. Apesar do perigo, Capivara deseja apenas retornar aos campos de extração em alto mar. Na cidade, é ajudado por Ywy, uma mulher que o convence a viajar para a sua terra do Mato Grosso do Sul, na procura de emprego nas plantações de monocultura de soja e milho. Nas plantações, Ywy expressa a Capivara a sua intimidade com as plantações transgénicas. Ela fala-lhe da infertilidade daquelas sementes geneticamente manipuladas e de uma androide como ela. Capivara, humano, é incapaz de compreender.”

Artista, realizador e escritor, Pedro Neves Marques vive e trabalha entre Lisboa e Nova Iorque. É o editor da antologia "The Forest and the School: Where to Sit at the Dinner Table?" (Archive Books, 2014) sobre antropologia e Antropofagia no Brasil, e o autor dos livros de ficção "Morrer na América" (Abysmo Editora e Kunsthalle Lissabon, 2017) e "O Processo de Integração" (Atlas Projectos, 2012). Entre outros, expôs e apresentou os seus filmes e vídeos em instituições como Contour8 Biennial of Moving Image (Mechelen), Fundación Botín (Santander), Sursock Art Museum (Beirut), Kadist Art Foundation (Paris), e-flux (Nova Iorque), Sculpture Center (Nova Iorque), 12ª Bienal de Cuenca (Equador), Fundação EDP (Lisboa) ou Museu de Serralves (Porto), bem como DocLisboa Festival de Cinema e Indie Lisboa Festival Internacional de Cinema. Juntamente com a artista Mariana Silva é um dos fundadores de inhabitants, um canal de vídeo online para reportagens em formatos experimentais. 

 

“Laboratório Cinemático – Solar, 10 Anos” disponível em versão inglesa

20 Março 2017
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A versão, traduzida em inglês, do livro “Laboratório Cinemático – Solar, 10 Anos” já está à venda na Loja das Curtas (online e na Solar - Galeria de Arte Cinemática).

A obra, editada em 2015, conjuga e adota o caráter puramente experimental da galeria com a celebração de uma década de procura de novos territórios da arte cinemática. O livro reúne um conjunto de textos e entrevistas de e com alguns dos autores e artistas que contribuíram para história da Solar bem como um portefólio de exposições e intervenções que personificam o projeto enquanto laboratório da arte cinemática. Preço: 15,00 euros.

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