Trailer: "A Glória de Fazer Cinema em Portugal"

12 Janeiro 2016
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"A Glória de Fazer Cinema em Portugal” estreou em julho no 23º Curtas Vila do Conde e resultou de uma encomenda da Curtas Metragens ao realizador Manuel Mozos. O filme tem como ponto de partida uma carta escrita por José Régio, em 1929, a Alberto Serpa onde o escritor manifestou a vontade de fundar uma produtora para começar a fazer cinema. Durante quase noventa anos, nada se soube sobre o desfecho deste pedido: nunca se encontrou qualquer resposta de Serpa à carta e Régio não terá voltado a mencionar o assunto. “A Glória de Fazer Cinema em Portugal” tenta desvendar o desfecho desta história.

A curta-metragem, que entretanto integrou o circuito internacional dos festivais de cinema tendo sido distinguida pelo júri do Doclisboa e premiada com uma menção honrosa no Festival Caminhos do Cinema Português, venceu recentemente o Prémio de Melhor Curta-Metragem no Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira. O filme prepara-se agora para integrar a competição internacional do mais importante festival de curtas-metragens, o Festival de Clermont-Ferrand.
 

Produções da Curtas Metragens no Festival de Roterdão

28 Dezembro 2015
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As produções da Curtas Metragens CRL, "A Glória de Fazer Cinema em Portugal" de Manuel Mozos e "Undisclosed Recipients" de Sandro Aguilar, vão ser apresentadas na 45ª edição do Festival Internacional de Cinema de Roterdão. 

Dois filmes portugueses na Competição do Festival de Clermont-Ferrand

22 Dezembro 2015
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As curtas-metragens “A Glória de Fazer Cinema em Portugal”, de Manuel Mozos, e “O Guardador”, de Rodrigo Areias, vão integrar a competição internacional do maior e mais relevante festival de curtas-metragens europeu, o Clermont-Ferrand Short Film Festival, que terá lugar de 5 a 13 de fevereiro de 2016 em França. Os dois filmes, os únicos portugueses a concurso, foram selecionados entre as 7778 obras de todo o mundo inscritas no festival.

 

“A Glória de Fazer Cinema em Portugal” estreou em julho no 23º Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema e resultou de uma encomenda da Curtas Metragens ao realizador Manuel Mozos. O filme tem como ponto de partida uma carta escrita por José Régio, em 1929, a Alberto Serpa onde o escritor manifestou a vontade de fundar uma produtora para começar a fazer cinema. Durante quase noventa anos, nada se soube sobre o desfecho deste pedido: nunca se encontrou qualquer resposta de Serpa à carta e Régio não terá voltado a mencionar o assunto. “A Glória de Fazer Cinema em Portugal” tenta desvendar o desfecho desta história. A curta-metragem, que entretanto integrou o circuito internacional dos festivais de cinema tendo sido distinguida pelo Júri do Doclisboa e premiada com uma menção honrosa no Festival Caminhos do Cinema Português, venceu, este mês, o Prémio de Melhor Curta-Metragem no Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira.


Por sua vez, a curta-metragem “O Guardador”, de Rodrigo Areias, surgiu a partir de um convite feito pela Universidade da Beira Interior ao realizador para lecionar um workshop, integrando os alunos na construção da narrativa do filme. A obra marca o regresso de Rodrigo Areias à Serra da Estrela, depois de “Estrada de Palha”, num processo que, com escassos recursos, envolveu apenas uma atriz local, 30 estudantes e uma câmara de bolso. A curta inspira-se em quatro livros - “Constantino Guardador de Vacas e de Sonhos” de Alves Redol; “O Guardador de Rebanhos” do heterónimo de Fernando Pessoa, Alberto Caeiro; “O Capital de Karl Marx” e a “Lã e a Neve” de Ferreira de Castro. “O Guardador” é sobretudo um filme acerca do valor do trabalho, a solidão e a incomunicabilidade, sobre um homem que tem de trabalhar de dia de noite, como pastor e no Museu da Lã, para sobreviver a comer uma sopa no restaurante do Senhor Ministro.


À semelhança dos últimos anos, a Agência da Curta Metragem voltará a marcar presença no Festival, onde participa desde 1999 assegurando a promoção das obras nacionais. A mediatização do evento e a presença de cerca de 3300 profissionais do cinema de todo o mundo fazem deste mercado um espaço de extrema importância na divulgação do cinema português.

O Dia Mais Curto: sessões especiais em Vila do Conde e Lisboa

18 Dezembro 2015
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O Dia Mais Curto, a grande festa da curta-metragem, arrancou na quarta-feira e vai levar, até ao dia 21 de dezembro, a 24 cidades portuguesas, sessões de curtas-metragens, nacionais e internacionais, para adultos e crianças. A 3ª edição d’ O Dia Mais Curto contará ainda com duas sessões especiais: na Cinemateca Portuguesa, em Lisboa, e no Teatro Municipal de Vila do Conde


Todos os anos, por volta do dia 21 de dezembro, o hemisfério norte entra na estação mais fria devido ao Solstício de Inverno, naquele que é o dia mais curto do ano. Este fenómeno astronómico inspirou a criação da festa que celebra o cinema no formato curto: O Dia Mais Curto. A ideia, que nasceu em França em 2011, rapidamente alcançou uma dimensão internacional sendo, atualmente, celebrada em simultâneo em dezenas de países. Em Portugal, o evento é organizado, pelo terceiro ano consecutivo, pela Agência da Curta Metragem.


O Dia Mais Curto é a festa do cinema, um momento de descoberta que vai iluminar as telas do país!

SESSÃO ESPECIAL VILA DO CONDE
Teatro Municipal de Vila do Conde

Domingo, 20 de dezembro, 21:45
Bilhetes: 4,50 euros / Sessão gratuita para Sócios do Cineclube de Vila do Conde


Vila do Conde recebe uma sessão especial do evento no próximo domingo, 20 de dezembro, às 21:45, no Teatro Municipal com a apresentação das curtas-metragens “Vila do Conde Espraiada”, de Miguel Clara Vasconcelos, que vai estar presente na sessão, e “A Glória de Fazer Cinema em Portugal” de Manuel Mozos.


Ambos os filmes, produzidos pela Curtas Metragens CRL e estreados em julho no 23º Curtas Vila do Conde, foram rodados na cidade e têm uma estreita ligação com a história de Vila do Conde.


Em "Vila do Conde Espraiada", Miguel Clara Vasconcelos parte do poema de José Régio poema de José Régio para reviver as memórias da sua infância passada na cidade. " A memória de Vila de Conde é também a memória da minha mãe. Quando faleceu, tive uma vertigem. O tempo passado nessa vila-cidade parecia desaparecer bruscamente, escapar-me, morrer em mim. Na edição de 2014 do Curtas de Vila do Conde, percebi e que foi para mim Vila do Conde", explica o cineasta.

Já Manuel Mozos, inspirou-se numa carta que José Régio escreveu, em 1929, a Alberto Serpa onde manifestou a vontade de fundar uma produtora para começar a fazer cinema. Durante quase noventa anos, nada se sabe sobre o desfecho deste pedido: nunca se encontrou qualquer resposta de Serpa à carta e Régio não terá voltado a mencionar o assunto. "A Glória de Fazer cinema em Portugal" tenta desvendar o desfecho desta história.


A pensar em toda a família, o Teatro Municipal recebe, no mesmo dia às 16:00, a sessão “Contos À Sombra das Árvores”, uma proposta da Casa da Animação em parceria com o Festival de Estugarda, com histórias oriundas de toda a Europa que nos levam ao encontro de animais engraçados numa viagem pelas quatro estações do ano. 

 

SESSÃO ESPECIAL LISBOA

Cinemateca Portuguesa 
Segunda-feira, 21 de dezembro, 21:00
Bilhetes: 3,20 euros / 1,35 euros amigos da Cinemateca, estudantes de cinema, desempregados / 2,5 euros estudantes, Cartão Jovem, maiores de 65 anos, reformados


A sessão na Cinemateca apresenta, em estreia na capital, as curtas-metragens “Vigil” de Rita Cruchinho; “Rampa” de Margarida Lucas; “A Torre” de Salomé Lamas; “Sobre El Cielo” de Jorge Quintela, e "Undisclosed Recipients" de Sandro Aguilar com a presença de alguns dos realizadores.

 

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