O Dia Mais Curto: sessões especiais em Vila do Conde e Lisboa

18 Dezembro 2015
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O Dia Mais Curto, a grande festa da curta-metragem, arrancou na quarta-feira e vai levar, até ao dia 21 de dezembro, a 24 cidades portuguesas, sessões de curtas-metragens, nacionais e internacionais, para adultos e crianças. A 3ª edição d’ O Dia Mais Curto contará ainda com duas sessões especiais: na Cinemateca Portuguesa, em Lisboa, e no Teatro Municipal de Vila do Conde


Todos os anos, por volta do dia 21 de dezembro, o hemisfério norte entra na estação mais fria devido ao Solstício de Inverno, naquele que é o dia mais curto do ano. Este fenómeno astronómico inspirou a criação da festa que celebra o cinema no formato curto: O Dia Mais Curto. A ideia, que nasceu em França em 2011, rapidamente alcançou uma dimensão internacional sendo, atualmente, celebrada em simultâneo em dezenas de países. Em Portugal, o evento é organizado, pelo terceiro ano consecutivo, pela Agência da Curta Metragem.


O Dia Mais Curto é a festa do cinema, um momento de descoberta que vai iluminar as telas do país!

SESSÃO ESPECIAL VILA DO CONDE
Teatro Municipal de Vila do Conde

Domingo, 20 de dezembro, 21:45
Bilhetes: 4,50 euros / Sessão gratuita para Sócios do Cineclube de Vila do Conde


Vila do Conde recebe uma sessão especial do evento no próximo domingo, 20 de dezembro, às 21:45, no Teatro Municipal com a apresentação das curtas-metragens “Vila do Conde Espraiada”, de Miguel Clara Vasconcelos, que vai estar presente na sessão, e “A Glória de Fazer Cinema em Portugal” de Manuel Mozos.


Ambos os filmes, produzidos pela Curtas Metragens CRL e estreados em julho no 23º Curtas Vila do Conde, foram rodados na cidade e têm uma estreita ligação com a história de Vila do Conde.


Em "Vila do Conde Espraiada", Miguel Clara Vasconcelos parte do poema de José Régio poema de José Régio para reviver as memórias da sua infância passada na cidade. " A memória de Vila de Conde é também a memória da minha mãe. Quando faleceu, tive uma vertigem. O tempo passado nessa vila-cidade parecia desaparecer bruscamente, escapar-me, morrer em mim. Na edição de 2014 do Curtas de Vila do Conde, percebi e que foi para mim Vila do Conde", explica o cineasta.

Já Manuel Mozos, inspirou-se numa carta que José Régio escreveu, em 1929, a Alberto Serpa onde manifestou a vontade de fundar uma produtora para começar a fazer cinema. Durante quase noventa anos, nada se sabe sobre o desfecho deste pedido: nunca se encontrou qualquer resposta de Serpa à carta e Régio não terá voltado a mencionar o assunto. "A Glória de Fazer cinema em Portugal" tenta desvendar o desfecho desta história.


A pensar em toda a família, o Teatro Municipal recebe, no mesmo dia às 16:00, a sessão “Contos À Sombra das Árvores”, uma proposta da Casa da Animação em parceria com o Festival de Estugarda, com histórias oriundas de toda a Europa que nos levam ao encontro de animais engraçados numa viagem pelas quatro estações do ano. 

 

SESSÃO ESPECIAL LISBOA

Cinemateca Portuguesa 
Segunda-feira, 21 de dezembro, 21:00
Bilhetes: 3,20 euros / 1,35 euros amigos da Cinemateca, estudantes de cinema, desempregados / 2,5 euros estudantes, Cartão Jovem, maiores de 65 anos, reformados


A sessão na Cinemateca apresenta, em estreia na capital, as curtas-metragens “Vigil” de Rita Cruchinho; “Rampa” de Margarida Lucas; “A Torre” de Salomé Lamas; “Sobre El Cielo” de Jorge Quintela, e "Undisclosed Recipients" de Sandro Aguilar com a presença de alguns dos realizadores.

 

"A Glória de Fazer Cinema em Portugal" vence Prémio de Melhor Curta Metragem

14 Dezembro 2015
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"A Glória de Fazer Cinema em Portugal", uma encomenda da Curtas Metragens CRL ao realizador Manuel Mozos, venceu a competição de curtas-metragens da 19ª edição do Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira, que terminou no passado domingo. 

Também durante o fim-de-semana, a curta-metragem foi o filme de abertura do ciclo de cinema da TV Cine dedicado ao realizador Manoel de Oliveira. 

A obra tem como ponto de partida uma carta escrita por José Régio, em 1929, a Alberto Serpa onde o escritor manifestou a vontade de fundar uma produtora para começar a fazer cinema. Durante quase noventa anos, nada se soube sobre o desfecho deste pedido: nunca se encontrou qualquer resposta de Serpa à carta e Régio não terá voltado a mencionar o assunto. “A Glória de Fazer Cinema em Portugal” tenta desvendar o desfecho dessa história. 

 
“A Glória de Fazer Cinema em Portugal” poderá ser revisto no próximo domingo, 20 de dezembro, às 21:45, no Teatro Municipal de Vila do Conde, no âmbito d’ O Dia Mais Curto, juntamente com “Vila do Conde Espraiada”, de Miguel Clara Vasconcelos. 

Curtas colabora com o Porto / Post / Doc

3 Dezembro 2015
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À semelhança do ano passado, a equipa da Curtas Metragens CRL é a responsável pela tradução e legendagem dos filmes do Porto/Post/Doc, que decorre entre 1 e 8 de dezembro.  


A segunda edição do Festival de Documentários vai apresentar as produções do Curtas Vila do Conde “Noite Sem Distância”, realizada por Lois Patiño, e “A Glória de Fazer Cinema em Portugal”, de Manuel Mozos. 

Produções Curtas nos Festivais de Cinema

2 Dezembro 2015
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Depois de terem sido apresentadas, em julho, em estreia mundial, no Curtas Vila do Conde, as produções da Curtas Metragens CRL integraram o circuito internacional dos festivais de cinema tendo marcado presença, entre outros, em festivais como o de Locarno, Cine Mar del Plata e o Doclisboa.

 

Os filmes “A Glória de Fazer Cinema em Portugal”, de Manuel Mozos, e “Vila do Conde Espraiada”, de Miguel Clara Vasconcelos, preparam-se agora para serem exibidos no Festival de Cinema Luso Brasileiro de Santa Maria da Feira, que decorre entre os dias 6 e 13 de dezembro. As curtas-metragens foram apresentadas, em novembro, no Festival Caminhos do Cinema Português, em Coimbra, juntamente com o filme de animação “Nossa Senhora da Apresentação”, realizado por Abi Feijó, Alice Guimarães, Daniela Duarte, Laura Gonçalves e Paulo D’Alva, no âmbito de uma residência artística na  Solar – Galeria de Arte Cinemática.

 

Em dezembro, a 2ª edição do festival Porto / Post / Doc vai exibir os documentários a “A Glória de Fazer Cinema em Portugal” e “Noite Sem Distância”, de Lois Patiño. Este último, já foi exibido em Toronto, Nova Iorque, Canadá, Chile, Espanha, Zagreb, Croácia, entre outros.

 

Já a curta-metragem “Exodus”, do realizador belga Nicolas Provost, teve a sua estreia mundial no passado mês de novembro no prestigiado IDFA - Festival Internacional de Documentário de Amesterdão. 

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