"A Mãe e o Mar", de Gonçalo Tocha, apresentado em Vila Chã

31 Julho 2013
Share on Facebook Share on Twitter

O filme "A Mãe e o Mar", de Gonçalo Tocha, será apresentado no local onde foi rodado, na praia de Vila Chã, em Vila do Conde.

Depois da estreia mundial durante a 21ª edição do Curtas Vila do Conde – onde foi exibido juntamente com outros filmes realizados no âmbito do projeto Estaleiro, da responsabilidade da cooperativa Curtas Metragens CRL – o mais recente trabalho de Gonçalo Tocha será exibido na praia de Vila Chã, no dia 2 de Agosto, pelas 22:00.

Com entrada livre e com o apoio da Junta de Freguesia de Vila Chã e da Câmara Municipal de Vila do Conde, o documentário com 100 minutos sobre as mulheres pescadeiras daquela praia será exibido no Alto dos Varais, epicentro da rodagem.

A MÃE E O MAR
Portugal, 2013, DOC, HD, Cor, 91'
Na senda de um mito real e perdido no lugar da praia de Vila Chã, as mulheres do mar chamadas “pescadeiras”, um dos poucos lugares do mundo com mulheres arrais. Mas onde estão elas? E onde estão os 120 barcos de pesca artesanal? Sobram 8 barcos e uma única mulher pescadeira. Em terra de brava gente do mar, filma-se a paixão da pesca, a paixão do mar.

 

GONÇALO TOCHA

Cineasta e músico. Nasceu em Lisboa e neto de micaelenses. Tirou curso e pós-graduação na Faculdade de Letras de Lisboa em 2003 e foi professor de português para estrangeiros. Na universidade criou o NuCiVo (Núcleo de Cinema e Vídeo) onde foi responsável pela sua programação e produção durante 6 anos. Trabalhou como videasta para teatro (Truta, Grupo Teatro de Letras) e musica (Deolinda, Bandarra).

A sua primeira longa-metragem “Balaou” (2007), filme de homenagem à sua mãe rodada em São Miguel, foi vencedor do Melhor Filme Português e Melhor Fotografia no Indielisboa 2007 e foi exibido na RTP2 e no canal franco-alemão ARTE. A sua segunda longa-metragem “É NA TERRA NÃO É NA LUA” (2011), rodado na integra na Ilha do Corvo, teve estreia mundial no Festival de Locarno 2011, onde obteve uma menção especial do júri. Obteve mais 4 primeiros prémios: no Doclisboa 2011; BAFICI (Buenos Aires) 2012; San Francisco Int. Film Festival 2012; DocumentaMadrid 2012 e teve estreia comercial em Portugal (Porto e Lisboa) e em Nova Iorque no Anthology Film Archives.

Em 2012 foi convidado a realizar mais dois filmes, um para a Capital Europeia da Cultura – Guimarães 2012, “TORRES & COMETAS” que teve estreia internacional no Festival de Roterdão 2013 e outro para o programa Estaleiro da Curtas Metragens CRL, “A MÃE E O MAR” sobre as mulheres pescadeiras de Vila Chã, com estreia durante a 21ª edição do Curtas Vila do Conde 2013.

É o Amor editado em DVD

25 Julho 2013
Share on Facebook Share on Twitter

A última longa-metragem de João Canijo, "É o Amor", é editada em DVD a 26 de julho, sendo distribuída com o jornal Público e estando também disponível nas lojas. Este filme foi produzido no âmbito das produções Campus/Estaleiro, numa coprodução entre a Curtas Metragens CRL e a Midas Filmes.

Resultado do trabalho do realizador e da atriz Anabela Moreira com a comunidade piscatória das Caxinas, numa encomenda do Estaleiro, o filme retrata o trabalho e a vida de um grupo de mulheres e em particular de uma mestra, Sónia Nunes, e da sua família.

Nas Caxinas, em Vila do Conde, João Canijo encontrou a história de amor perfeita, ao som da música de Zézé Di Camargo e Luciano. Os homens partem para o mar, enquanto as mulheres ficam em terra. Mas as mestras já são não peixeiras enlutadas, são mulheres modernas e apaixonadas que gerem os negócios e a vida familiar. São elas a âncora da vida. Este é um filme sobre duas mulheres muito diferentes: uma mestra, Sónia Nunes, e uma actriz Anabela Moreira, cujo encontro se dará no filme mais luminoso de João Canijo, um documento imprescindível sobre as mulheres e o Portugal dos nossos dias.

O filme será, mais tarde, exibido na RTP, na sua versão televisão em duas partes.

"É o Amor", de João Canijo, em estreia

18 Abril 2013
Share on Facebook Share on Twitter

O filme "É o Amor", de João Canijo, tem estreia nacional no próximo dia 25 de abril, em Lisboa e no Porto. Antes de chegar aos cinemas, o filme também será exibido durante o IndieLisboa. "É o Amor" foi rodado nas Caxinas, em Vila do Conde, e parte de uma encomenda do projeto Campus/Estaleiro. É uma coprodução entre a Curtas Metragens CRL e a Midas Filmes. O filme é exibido em Vila do Conde, dia 11 de Maio, no Teatro Municipal, às 16h e 21h45.

O filme foi desenvolvido por João Canijo, juntamente com a atriz Anabela Moreira (que se "infiltrou" na comunidade piscatória), juntamente com uma equipa técnica composta de estudantes. O realizador descreve assim a sua proposta: Nas Caxinas, freguesia de pescadores em Vila do Conde, cidade do Norte de Portugal, a relação entre a mulher e o pescador funda-se numa confiança vital, numa dependência recíproca e total para a sobrevivência da família. Porque a mulher confia e depende do pescador para ganhar a vida, e o pescador confia e depende da mulher para governar a vida. Neste filme acompanhamos um grupo de mulheres das Caxinas no seu dia-a-dia, no trabalho quotidiano e com a família. Com a ajuda de uma actriz que se torna mais uma entre as mulheres das Caxinas.


O filme teve ante-estreia mundial durante o mês de dezembro de 2012, durante a cerimónia de encerramento do projeto Estaleiro.

"Reconversão" em circulação internacional

9 Janeiro 2013
Share on Facebook Share on Twitter

Depois da estreia mundial no 20º Curtas Vila do Conde, o filme "Reconversão", de Thom Andersen, tem tido um assinalável percurso internacional. Está agora em destaque nos Estados Unidos, com uma exibição no Museum of The Moving Image e referência nos The New York Times e Film Comment. Recorde-se que o filme foi uma encomenda dos vinte anos do festival e aborda a obra do arquiteto Eduardo Souto de Moura.

Na edição online da revista "Film Comment", "Reconversão" foi incluído no TOP 50 (na 23ª posição) dos melhores filmes não distribuiídos nos Estados Unidos da América. Para além disso, o The New York Times dedicou uma notícia ao filme a propósito da estreia em Nova Iorque, numa sessão da série First Looks no Museum Of The Moving Image. O jornal apresenta o filme como uma análise da função da decadência e das ruínas na arquitetura, através das obras de Eduardo Souto de Moura. Relaciona o filme também no âmbito mais largo da obra de Thom Andersen e a sua vontade de olhar para objetos em ruínas e a função da arquitetura na vida das pessoas.

Segundo o jornal, "Reconversão is a combination travelogue and architectural study. (...) Most of the film is composed of rapid-fire, Muybridge-esque strings of still images, broken up by “live-action” sequences depicting the disparate uses to which Souto de Moura buildings are put over the course of time."

←prev 1  I  2  I  3  I  4  I  5  I  6  I  7  I  8  I  9  I  10  I  11  I  12  I  13  I  14  I  15  I  16  I  17 next→
ETIQUETAS