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Exposição "Reconversão" na Fnac de Almada

24 Março 2015
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Depois de ter passado pela Fnac de Coimbra, a exposição intinerante “Reconversão” segue para a Fnac de Almada onde ficará patente entre 2 de abril e 2 de junho.


Esta exposição reúne vinte fotografias de Peter Bo Rappmund, diretor de fotografia do documentário de Thom Andersen “Reconversão”. O filme, produzido pela Curtas Metragens CRL no 20º aniversário do Curtas Vila do Conde, é uma investigação em torno da obra do arquitecto Eduardo Souto Moura, através de uma análise de 17 das suas criações mais emblemáticas.

As imagens foram escolhidas pelo director de fotografia, Peter Bo Rappmund, que através do uso do “time-lapse” ofereceu ao filme “Reconversão” o seu aspeto visual característico comum, aliás, à maioria dos filmes de Rappmund, ele próprio realizador. É uma técnica justa, na medida que se adapta perfeitamente aos temas do filme: a passagem do tempo, as ruínas. Por um lado, chama a nossa atenção para elementos da paisagem que passariam despercebidos a 24 imagens por segundo. Por outro, dá-nos uma percepção nítida da passagem do tempo na paisagem, reforçando uma maior imutabilidade da arquitectura e garantindo, de outra forma, uma harmonia com as premissas do Arquiteto Souto Moura relativamente ao conceito de ruína e consequentemente da importância dessa passagem do tempo.

 

Esta escolha técnica – e estética – reforça a evidência de que o que se vê na tela são fotografias isoladas, regressando em plena era digital ao proto-cinema ou às sequências das cronofotografias de Muybridge. As imagens isoladas poderão perder aquela atenção aos detalhes da paisagem e, certamente, a percepção da passagem do tempo, mas por outro lado evidenciam a precisão dos enquadramentos. Foi essa noção, em conjunto com a mudança de escala da tela de cinema para a impressão fotográfica, que norteou esta selecção, em que Peter Bo Rappmund preferiu reforçar os detalhes da arquitectura através de imagens mais simples e abstractas, que o próprio, sugestivamente, baptizou em séries de “ângulos”, “interiores” ou “linhas”.

 

Esta exposição assinala a edição em DVD de “Reconversão”, de Thom Andersen, numa parceria entre a FNAC e o Curtas Vila do Conde. O filme, produzido no âmbito do 20º aniversário do Festival de Cinema, retrata 17 edifícios e projetos do arquiteto portuense Eduardo Souto de Moura, acompanhados pelos seus próprios escritos.

 

 

Lois Patiño apresenta primeira exposição em Portugal

25 Novembro 2014
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Depois de ter marcado presença nas últimas edições do Curtas Vila do Conde, o realizador galego Lois Patiño apresenta agora a sua primeira exposição em Portugal. “A Doube Immobility” está patente até 25 de janeiro na Solar – Galeria de Arte Cinemática, em Vila do Conde.

“A Doube Immobility” reúne seis instalações vídeo filmadas em diferentes locais – Islândia, Marrocos, França e Galiza – incluindo “Vertical Time”, uma obra original criada especialmente para esta exposição.


No âmbito do projeto Cave, dedicado a promover a obra de autores emergentes, Patiño convidou a artista espanhola Carla Andrade a expor o seu trabalho na Solar durante o mesmo período.  Trabalhando sobretudo em fotografia, Carla Andrade é autora de uma poderosa e poética obra em vídeo e 8mm, tendo também colaborado na realização de “Costa da Morte” o premiado documentário de Patiño.

Gerações Curtas no Centro de Memória

1 Julho 2014
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Até 31 de agosto, “Gerações Curtas!?”, de José Vieira Mendes, estará em exibição no Centro de Memória de Vila do Conde. O documentário é uma viagem de reflexão sobre os 20 anos do Festival.

Num artigo do ‘Público’ de 31/10/99, intitulado, ‘Saudações às Gerações Curtas’, o crítico e ensaísta Augusto M. Seabra, referenciava o aparecimento de uma onda de jovens realizadores portugueses, que ao longo da década de 90 (coincidente com o nascimento do ‘Curtas de Vila do Conde’), inundou o panorama cinematográfico nacional, com uma série invulgar de filmes em formato de curta-metragem.


Este documentário é uma viagem de reflexão sobre os 20 Anos do ‘Curtas de Vila do Conde’, que inaugurou uma nova era dos festivais cinema portugueses e sobre a possibilidade ou não da existência dessa(s) ‘Gerações Curtas’. Não é uma homenagem, nem uma encomenda directa do ‘Curtas’. É sobretudo, um olhar jornalistico para um período muito rico da produção nacional, ao nível da curta-metragem. Período esse, fundamental para o prestígio e para os prémios que têm ganho, uma série de realizadores e filmes portugueses, nos grandes festivais internacionais. Na verdade, quase todos passaram inevitavelmente por Vila do Conde. (José Vieira Mendes)

Curtas Vila do Conde no Centro de Memória

14 Outubro 2013
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A exposição permanente do Centro de Memória apresenta os elementos mais marcantes na história e na definição daquilo que é hoje o Concelho de Vila do Conde. Esta exposição integra um espaço dedicado ao Curtas, incluindo uma sala de projecção que terá uma programação regular de filmes, tendo como principal critério mostrar obras que tenham uma relação com a cidade ou com a Curtas Metragens CRL, quer através de produções próprias quer de outras que tenham a cidade ou o Curtas como pano de fundo.

Esta programação inicia-se no dia 5 de Novembro, com a projeção em contínuo do filme de Luís Alves de Matos “Um rio chamado ave”, produzido pelo Curtas no âmbito do projeto Estaleiro. O filme fica em exibição até 2 de fevereiro.

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