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Júri Oficial, 2021

JÚRI

 

JÚRI OFICIAL


DIOGO COSTA AMARANTE

Realizador e professor convidado de Cinema na Universidade Católica Portuguesa, Diogo Costa Amarante é licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra e, em 2007, obteve uma bolsa Ibermedia para estudar Cinema Documental e Cinematografia na Escola Superior de Cinema e Audiovisuais da Catalunha. Aí realizou os seus primeiros dois filmes “Jumate/Jumate” (2008) e “Em Janeiro, talvez” (2009), tendo ambos recebido o prémio de melhor documentário espanhol no DocumentaMadrid. Em 2011, ingressou na Tisch School of the Arts (NYU), onde concluiu um Master of Fine Arts em realização e produção cinematográfica e realizou três curtas-metragens: “Down Here” (2011), “As Rosas Brancas (2013)”, e “Cidade Pequena” (2016), que teve estreia mundial no Curtas e foi galardoada com o Urso de Ouro na Berlinale. “Luz de Presença” (2021), o seu mais recente trabalho, estreou na competição oficial da 71ª edição da Berlinale. 

 

FARNOOSH SAMADI   

Realizadora e argumentista iraniana, Farnoosh Samadi é licenciada pela Academia de Belas Artes de Roma. Alguns dos seus argumentos incluem: “More Than Two Hours”, nomeado para a Palma de Ouro do Festival de Cannes e galardoado em 2013 com o Grande Prémio do Júri do Festival de Sundance; e “The baby”, que estreou no Festival de Veneza em 2014. Em 2016 co-realizou a sua primeira curta-metragem, “The Silence”, que foi nomeada para a Palma de Ouro do Festival de Cannes. O seu segundo filme, “Gaze”, estreou no Festival de Locarno e qualificou-se para a lista de filmes considerados para os Óscares em 2018, ano em que Samadi se tornou membro da Academia norte-americana de Cinema. Em 2020 realizou a sua primeira longa-metragem, “180° Rule”. Tem participado como júri em vários festivais de cinema de renome. 


GIULIO CASADEI   

Programador para vários festivais de cinema em França e Itália, Giulio Casadei trabalha, desde 2011, no Medfilm Festival de Roma, no qual foi o diretor de programação durante seis anos, antes de assumir o cargo de diretor artístico em 2018. Em 2016, depois de trabalhar no festival Cinéma du Réel, juntou-se à equipa do Festival Champs-Elysées, primeiro como programador e mais tarde como diretor de programação. É editor do site pointblank.it e participou como autor em várias publicações sobre diversos realizadores e temas, como Tsai Ming-liang, Gus van Sant, John Carpenter, Orson Welles, Netflix e festivais de cinema. Desde julho de 2019 é o diretor artístico do Festival du Cinéma de Brive.


JACQUELINE LENTZOU

Realizadora e argumentista grega, Jacqueline Lentzou é licenciada pela London Film School, em 2013, e a sua primeira curta-metragem, “Thirteen Blue”, foi selecionada e premiada por vários festivais de cinema. Em 2015 foi selecionada para integrar os Berlinale Talents, plataforma dedicada a realizadores emergentes, onde desenvolveu o projeto “Fox”, que foi exibido em festivais como Locarno e Sarajevo. Foi também escolhida para participar na Locarno Filmmakers’ Academy e no Torino Lab. Em 2017, a sua curta-metragem “Hiwa” teve a estreia mundial na Berlinale. Em 2018, “Hector Malot: The Last Day of the Year” foi selecionado para o Festival de Cannes e, em 2020, “The End of Suffering (a proposal)” fez parte da seleção oficial do Festival de Locarno, tendo sido exibido também no Curtas Vila do Conde. A sua primeira longa-metragem, “Moon, 66 Questions”, teve a estreia mundial na Berlinale e foi selecionado para o New Directors/New Films do Museum of Modern Art (MoMA).


JOSE CABRERA

Programador e coordenador de festivais de cinema com dezasseis anos de experiência, Jose Cabrera Betancort é formado em Estudos de Comunicação Audiovisual. Foi galardoado com a bolsa de cinema da Real Academia Espanhola de Artes (RAER) em Roma. Trabalhou como coordenador do Festival MiradasDoc durante sete anos, e no IFF Transilvania durante onze. Atualmente é programador de curtas-metragens do IFF Las Palmas e coordenador do departamento de cinema do IFF Seminci-Valladolid. É também o diretor do Tenerife Shorts.

JÚRI COMPETIÇÃO EXPERIMENTAL

 

CARLA ANDRADE 

Artista visual nascida em Espanha, formada em Estudos Audiovisuais e Filosofia e Mestre em Cinema Artístico e Imagem em Movimento na Goldsmiths University, Londres, Carla Andrade tem exposto a sua obra em diversos centros de arte contemporânea, como o Museu Guggenheim em Bilbao, Caixaforum e La Casa Encendida em Madrid, Le 104 em Paris, e também em festivais de cinema e fotografia, como Roterdão, Filmadrid, Curtocircuito e Jihlava. Realizou residências artísticas na Islândia, Suécia, Nepal, Chile e Paris, entre outros, e o seu trabalho recebeu prémios e bolsas de prestígio na Espanha e no estrangeiro. Também colaborou com o cineasta Lois Patiño em dois dos seus filmes mais premiados, “Costa da Morte” (2013) e “Montaña en sombra” (2012).


CÍNTIA GIL

Nascida em Portugal, Cíntia Gil é, desde 2019, diretora do festival Sheffield DocFest, no Reino Unido. Estudou na Escola Superior de Teatro e Cinema em Lisboa e licenciou-se em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Desde 2012 foi co-diretora do Doclisboa - Festival Internacional de Cinema e, em 2019, foi sua diretora. Comissariou e programou várias retrospectivas e programas de cinema contemporâneo, bem como exposições. Integra a Direcção da Apordoc - Associação pelo Documentário desde 2015. Tem sido convidada regularmente em painéis, discussões e conferências, bem como em júris de diversos festivais como Berlinale, Mar del Plata, Torino Film Festival, Taiwan IDFF, FidMarseille, Jerusalem Film Festival, DMZ Docs, BFI London Film Festival, entre muitos outros. 


RICARDO VIEIRA LISBOA

Programador na Casa do Cinema Manoel de Oliveira – Fundação Serralves e no IndieLisboa, colaborando ocasionalmente com a Fundação Calouste Gulbenkian como curador, Ricardo Vieira Lisboa é formado em Matemática e em Cinema, com um Mestrado em Realização e Dramaturgia (Escola Superior de Teatro e Cinema, Lisboa). É crítico de cinema no À Pala de Walsh, site que co-fundou e no qual é também co-editor, e tem publicado artigos em diversas publicações nas áreas da história do cinema português e do restauro. Como realizador, conta na sua filmografia com várias curtas-metragens experimentais e ensaios de vídeo, entre os quais “Le métro, Vieira da Silva” (2016) e “Os Motivos de Reinaldo” (2018), filmes exibidos e premiados em vários festivais de cinema nacionais e internacionais. Em 2017 apresentou o seu filme “Cigarro Azul” na secção Take One! do Curtas.

 

JÚRI COMPETIÇÃO VÍDEOS MUSICAIS

 

ANGÉLICA SALVI

Harpista e compositora espanhola radicada no Porto desde 2011, Angélica Salvi tem experiência internacional em instituições como o Real Conservatório de Música de Madrid, Real Conservatório de Haia ou a Universidade de Arizona. Mestre em Ensino da Música pela Escola Superior de Música do Porto, é professora de Harpa no Conservatório de Música do Porto, curadora da galeria A Garagem 16 (Porto) e faz parte do ensemble galego de música contemporânea Vertixe Sonora. O seu trabalho regista várias gravações discográficas, estreias de obras, projetos multidisciplinares, colaborações com vários artistas, compositores, coreógrafos e encenadores. Dedica-se à improvisação, música contemporânea e electroacústica, explora várias técnicas de preparação, amplificação do instrumento e técnicas estendidas, sempre na busca de novos universos sonoros.

 

ANTÓNIO GUIMARÃES

Mais conhecido por “Becas” ou “Sr. Guimarães”, António Guimarães está radicado no Porto desde 1981, tendo começado por gerir o icónico Aniki-Bóbó, histórico bar da noite do Porto criado em 1985. Em 2004, lança o Passos Manuel, onde funcionou um cinema “estúdio” do Coliseu do Porto entre 1971 e 2002, transformado-o em espaço multidisciplinar que junta música e cinema, recebendo festivais de cinema como o Porto/Post/Doc e a programação Há Filmes na Baixa.

 

SÉRGIO RIBEIRO

Desde cedo ligado ao mundo da música, Sérgio Ribeiro criou a sua editora Garagem aos 18 anos, sediada em Guimarães, e o jornal online Hardlinerz, dedicado à música eletrónica. Foi programador oficial das Capitais Europeias da Cultura Porto 2001 e Guimarães 2012, e produziu diversos eventos, como Celorico de Basto Dance Festival, Eco Undersky, Jameson Lazy Sessions, Elektro Parade, Palco 2 Paredes de Coura e, mais recentemente, tem estado ligado a alguns palcos da cidade do Porto, como o Armazém do Chá e o Bar Ferro. Desde cedo ligado ao mundo da música, Sérgio Ribeiro criou a sua editora Garagem aos 18 anos, sediada em Guimarães, e o jornal online Hardlinerz, dedicado à música eletrónica. Foi programador oficial das Capitais Europeias da Cultura Porto 2001 e Guimarães 2012, e produziu diversos eventos, como Celorico de Basto Dance Festival, Eco Undersky, Jameson Lazy Sessions, Elektro Parade, Palco 2 Paredes de Coura e, mais recentemente, tem estado ligado a alguns palcos da cidade do Porto, como o Armazém do Chá e o Bar Ferro.

 

JÚRI COMPETIÇÃO TAKE ONE!

 

ELSA CERQUEIRA

Programadora no Cineclube de Amarante, coordenadora do Plano Nacional de Cinema na Escola Secundária de Amarante, Professora de Filosofia, Mestre na área da Filosofia da Educação, pós-graduada em Filosofia Moderna e Contemporânea, Elsa Cerqueira também é investigadora do Núcleo Interdisciplinar da Criança e do Adolescente (NICA) da Universidade dos Açores. Autora e dinamizadora do projeto “Filosofia com Cinema para Crianças”, foi a Vencedora do Global Teacher Prize Portugal 2021, com o projeto “Filosofia com Cinema”. Já integrou júris de festivais (Beast International Film Festival e festival UBICinema). É curadora da exposição coletiva “De tela a tela, Cineviagens”, inspirada pelo cinema de animação.

 

EMILY WARDILL

Professora na Malmo Art Academy, Suécia, e tutora visitante na Maumaus, Lisboa, Emily Wardill expôs o seu trabalho em exposições individuais incluindo Secession (2020) Kohta (2019) Bergen Kunsthall (2017), Gulbenkian Project Spaces (2017), INDEX Estocolmo (2014), Galeria Nacional da Dinamarca, Copenhague (2012); pelo centro de artes Appel, Amesterdão (2012); The Contemporary Art Museum St Louis (2011), List Center MIT Boston e ICA, Londres (2007–08). O seu trabalho recebeu o Prémio Jarman em 2010 e o Prémio Leverhulme em 2011. Participou da 54ª Bienal de Veneza (2011) e da 19ª Bienal de Sydney (2014). O seu trabalho está incluído em algumas coleções internacionais de relevo, como Tate Britain, MUMOK Viena, Museu de Arte Gulbenkian, Fonds Municipal d’Art Contemporain de la Ville de Genève, Coleção FRAC Champagne-Ardenne, Fundação Saastamoinen e Arts Council Collection of Great Britain, bem como em numerosas coleções particulares.

 

CATARINA DE SOUSA

Realizadora, jornalista e produtora de Cinema e Artes Visuais, Mestre em Ciências da Comunicação – Informação e Jornalismo pela Universidade do Minho, com formação nas Oficinas de Documentário dos Ateliers Varan, França, Catarina de Sousa foi artista residente no UnionDocs – Center for Documentary Art, em Nova Iorque, com bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. Correalizou “Tracing Utopia” (2021, com Nick Tyson), com estreia internacional no Festival Internacional de Roterdão. Entre Portugal e o Brasil, produziu “A Mordida” (2019), “Arte que Faz Mal à Vista” (2018), “Semente Exterminadora” (2017), realizados por Pedro Neves Marques. É colaboradora da Mídia Ninja – Narrativas Independentes, Jornalismo e Acção – do Brasil. É fundadora da Casa do Xisto, residência artística dedicada ao Cinema e Artes Visuais, na aldeia de Macieira de Rates, em Barcelos, Portugal.